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O dia da pré-posse de Daniela Reinehr (sem partido) no Governo de Santa Catarina está sendo aproveitado para contatos em Brasília, inclusive, em reunião no próprio Palácio do Planalto, com o presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e os membros do Fórum Parlamentar Catarinense. A curiosidade é que Carlos Moisés (PSL) havia sido convidado para o evento, mas preferiu não ir.

Por outro lado, nesta terça-feira (30), ela assume o cargo de mandatária no Governo, pela segunda vez, diante da nova decisão do julgamento que afastou o titular.
Penso que tenha tirado lições na primeira vez em que esteve no cargo, pois, assim que assumiu começou a promover mudanças nos primeiros escalões, e cerca de 30 dias depois ninguém mais permaneceu no cargo, com a volta de Moisés. O mesmo pode ocorrer de novo.
Assim, creio que a prudência deve falar mais alto, e não mais criar constrangimentos aos novos secretários que porventura dê posse, sendo exonerados dias depois, no caso de Carlos Moisés retomar a condição de Governador.
Por estas e outras razões, considero que a deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania) não deva entrar nesta ciranda, não neste momento, na condição de Secretária da Saúde.
Por fim, a prudência em fazer uma ampla reforma, neste momento drástico da pandemia no Estado, pode ser o caminho a ser seguido, exatamente para não causar mais estrago ainda, com o meio político já bastante mexido. Os reflexos negativos serão inevitáveis.
Foto: Mauricio Vieira/Secom/



