Prefeitos da Associação dos Municípios da Serra Catarinense (Amures) aprovaram, em assembleia, a realização de um encontro com o Governo do Estado para buscar apoio financeiro à elaboração do Masterplan da Serra Catarinense.

O projeto, estimado em cerca de R$ 350 mil, pretende definir estratégias e ações prioritárias de desenvolvimento para os 18 municípios da região até 2040, fortalecendo a cooperação entre as cidades e a governança regional.
A iniciativa conta com o apoio de lideranças como a prefeita de Lages, Carmen Zanotto, que destacou a necessidade de planejamento integrado para impulsionar o crescimento socioeconômico da região, considerada uma das menos favorecidas do estado.
Segundo o prefeito de Urubici, Leandro de Souza Corrêa, já houve diálogo preliminar com o governador Jorginho Mello sobre a possibilidade de apoio ao macroprojeto.

Durante a reunião, também foram aprovadas as contas da entidade referentes a 2025, discutidos projetos regionais e apresentadas ações do Consórcio Intermunicipal Serra Catarinense (Cisama), incluindo avanços na gestão de resíduos e eficiência energética. A expectativa é que até o fim de março haja definição sobre o custeio do Masterplan.
Em suma, o Masterplan funciona como um “mapa estratégico” do desenvolvimento regional, indicando onde investir, quais projetos priorizar e quais caminhos seguir para impulsionar a Serra Catarinense nas próximas décadas.
Na prática, trata-se de um planejamento regional estruturado, que reúne estudos técnicos, diagnósticos e propostas para orientar investimentos, políticas públicas e ações prioritárias nos próximos anos, neste caso, com horizonte até 2040.
Informações e fotos: Onéris Lopes













Antes da abertura da vindima, Jorginho Mello participou ainda da abertura oficial da colheita da maçã – Safra Nacional 2026, também em São Joaquim. A pomicultura é um dos pilares do agronegócio da Serra Catarinense e deve alcançar cerca de 600 mil toneladas de produção em Santa Catarina na safra 2025/2026, sendo aproximadamente 440 mil toneladas provenientes da região serrana. A atividade envolve mais de 2,2 mil produtores e gera cerca de 50 mil empregos diretos e indiretos.