Vem aí a 17ª edição do Mulheres de Sucesso, promovida pelo Núcleo da Mulher Empreendedora, da ACIL.
No Tema Livre inédito gravado nesta sexta-feira, 27, a entrevista contou com as presenças de Cristina Yamagushi, organizadora do evento, e de Denise Luciano, coordenadora do Núcleo.
Além deste assunto, já foi conversado sobre o início da organização do próximo Desapega Rosa, e ainda a respeito de um forte trabalho de conscientização a respeito violência contra a mulher. Vale a pena conferir!
O deputado estadual Lucas Neves consolidou, nesta sexta-feira (27), o maior investimento parlamentar já destinado à APAE de Lages nesta legislatura. Com a entrega de novos recursos, que serão aplicados na cobertura da área externa da instituição para garantir mais conforto e segurança aos alunos, o parlamentar alcança a marca de R$ 700 mil repassados em três anos.
O ato contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Maurício Batalha, além de profissionais, direção e famílias atendidas pela entidade. Neves destacou que investir na educação especial é assegurar dignidade e futuro para quem mais precisa.
Além de Lages, o deputado ampliou os repasses para outras Apaes de Santa Catarina, somando R$ 3,5 milhões em três anos de mandato. Os recursos têm sido aplicados em reformas, ampliações, aquisição de equipamentos e implantação de salas multissensoriais voltadas ao atendimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
A Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) confirmou a realização de novas sessões itinerantes em 2026, reforçando a proposta de descentralizar as atividades parlamentares e aproximar o Legislativo da população catarinense.
Plenário do Alesc Itinerante, em Balneário Camboriú / Foto: Rodrigo Corrêa/Agência AL
O destaque fica para a primeira edição do ano, marcada para os dias 24 e 25 de março, em Curitibanos, contemplando diretamente a Serra Catarinense e abrindo o calendário com foco nas demandas regionais do interior do Estado.
Criadas em 2024, as sessões itinerantes transferem temporariamente a sede do Parlamento para municípios catarinenses, permitindo maior participação da sociedade civil, entidades locais e lideranças regionais nos debates legislativos. A iniciativa integra as ações de modernização institucional e interiorização do Legislativo estadual.
A segunda sessão de 2026 está prevista para maio, ainda com local a ser definido pela Bancada do Sul, conforme o calendário legislativo.
Os números reforçam o impacto do programa: somente em 2025, as edições realizadas em São Miguel do Oeste, Mafra e Balneário Camboriú resultaram na aprovação de 109 projetos, com participação de 93 entidades. No acumulado dos dois anos, já são 266 entidades envolvidas e 330 matérias aprovadas, evidenciando maior diálogo entre Parlamento e sociedade.
A iniciativa foi instituída pelas resoluções nº 2 e nº 5 de 2024, dentro das comemorações dos 190 anos do Parlamento catarinense, e já passou por cidades como Blumenau, Joinville, Criciúma, Lages e Chapecó, ampliando a presença institucional em todas as regiões do Estado.
O debate sobre o fim da escala 6×1 começa a ganhar temperatura no Congresso Nacional, mas um posicionamento do deputado catarinense Jorge Goetten chama atenção justamente por pedir o contrário: menos calor político e mais racionalidade.
Deputado Jorge Goetten (Republicanos foi o relator do projeto / Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados
O parlamentar defendeu que a discussão sobre mudanças na jornada de trabalho seja adiada para depois das eleições gerais de 2026. Na avaliação dele, o ambiente eleitoral contamina o debate, transforma um tema técnico em bandeira ideológica e dificulta a construção de um consenso equilibrado entre trabalhadores e empregadores.
A proposta de revisão da escala 6×1 já avança na Câmara dos Deputados, com análise de admissibilidade na Comissão de Constituição e Justiça envolvendo duas PECs que tratam do tema. Enquanto defensores apontam ganhos à saúde e à qualidade de vida dos trabalhadores, entidades empresariais alertam para riscos econômicos relevantes, especialmente para micro e pequenas empresas.
Estudos citados por representantes do setor produtivo indicam possíveis aumentos de custos, necessidade de novas contratações e impactos nos preços e no emprego, sobretudo em áreas como comércio, turismo e serviços, setores que dependem diretamente de escalas contínuas de trabalho.
Para Goetten, a discussão ainda carece de dados consolidados e pode gerar insegurança no mercado de trabalho se conduzida sob pressão política.
Analogia crítica
Discutir o fim da escala 6×1 em pleno ano pré-eleitoral é como tentar reformar o motor de um avião durante uma turbulência: todos sabem que ajustes podem ser necessários, mas ninguém consegue avaliar com clareza o que é melhoria técnica e o que é apenas movimento para acalmar passageiros assustados.
Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
A jornada de trabalho é um tema sério demais para virar slogan de campanha. Em períodos eleitorais, propostas complexas tendem a ser simplificadas em promessas fáceis, e promessas fáceis costumam produzir consequências difíceis depois.
O alerta do deputado catarinense revela algo raro no ambiente político atual: reconhecer o tempo da política e o tempo das políticas públicas. O primeiro vive de urgência; o segundo exige diagnóstico, números e previsibilidade.
Porque reduzir jornada pode ser avanço social, mas, se mal calibrado, pode também reduzir empregos, aumentar preços e transferir o custo justamente para quem se pretende proteger.
No fundo, a discussão não deveria ser “menos trabalho” ou “mais trabalho”, mas mais produtividade, mais qualificação e mais segurança econômica. Sem isso, mudar a escala pode ser apenas trocar o relógio da parede enquanto a engrenagem continua desajustada.
E talvez esteja aí o ponto central: antes de decidir quantos dias se trabalha, o Brasil ainda precisa decidir como produzir melhor.
A Associação Empresarial de Tubarão (ACIT) confirmou para outubro de 2026 a próxima edição da Missão Empresarial Internacional à Ásia e Oriente Médio, iniciativa que fortalece o movimento de internacionalização e amplia oportunidades comerciais para empresários catarinenses.
O roteiro inclui visitas técnicas à Canton Fair, maior feira multissetorial do mundo, onde os participantes terão contato direto com fornecedores internacionais, acesso a tendências globais, inovação e tecnologia em diversos segmentos. Além disso, estão previstas paradas estratégicas em Hong Kong e Dubai, com a possibilidade de extensão para Israel, incluindo roteiro religioso e jantares especiais.
A missão é organizada pela ACIT em parceria com a Associação Empresarial de Lages (ACIL), ampliando o alcance regional da ação. Os pacotes oferecem suporte completo em organização, logística e acompanhamento, com passagens aéreas, hospedagem, guias, tradutores e traslados inclusos.
Pacotes disponíveis:
Pacote principal (14 a 31 de outubro) Inclui cinco noites em Israel, além de Hong Kong, Canton Fair e Dubai. Investimento: R$ 39.932,43, com parcelamento em até nove vezes.
Pacote reduzido (20 a 31 de outubro) Inclui Hong Kong, Canton Fair e Dubai, sem a extensão para Israel.
Empresários interessados podem obter mais informações e acessar os roteiros completos pelo WhatsApp (48) 99918-9934, com Alexsandro da Cruz Barbosa, presidente da ACIT.
O Centro Universitário Unifacvest lançou oficialmente o processo colaborativo de construção do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2026-2030, em evento realizado no Teatro da instituição, em Lages, reunindo cerca de 400 acadêmicos representantes dos cursos presenciais.
A apresentação foi conduzida pelo reitor Geovani Broering, que detalhou as etapas do planejamento e destacou que o novo PDI será elaborado de forma participativa, com fóruns e seminários envolvendo estudantes, professores, colaboradores e representantes institucionais ao longo de 2026.
Durante o encontro, também foi feito um balanço do PDI 2021-2025, com avanços nas áreas de organização didática, qualificação do corpo docente e infraestrutura, indicadores avaliados pelo MEC. Entre os investimentos anunciados estão a ampliação da Biblioteca Central, climatização completa do campus até o fim de 2026, implantação de uma central de energia solar, modernização da Central do Acadêmico e remodelação da praça de alimentação.
O Campus Saúde passa por ampla transformação, com melhorias em piscinas terapêuticas, ampliação da Clínica de Nutrição, implantação da Clínica de Imagens com novos equipamentos e criação de laboratórios e consultórios voltados ao atendimento da comunidade. Também está em construção o novo Bloco E, com 24 salas de aula, além do projeto de um Hospital Veterinário Modelo.
O PDI 2026-2030 terá foco em três eixos estratégicos: inovação pedagógica, fortalecimento do corpo docente e ampliação da infraestrutura com acessibilidade e conforto. Segundo o reitor, o objetivo é manter os índices de excelência acadêmica e ampliar a atuação regional da instituição.
Com conceito institucional máximo no MEC, a Unifacvest reforça, com o novo planejamento, o compromisso com a qualidade do ensino superior, inovação e desenvolvimento regional.
Informações: Ricardo Leone Martins / Imagem: Yan Pereira
A Assembleia Legislativa de Santa Catarina deu um passo importante em direção a uma convivência mais humana, consciente e inclusiva ao aprovar o projeto que proíbe a venda, a queima e a soltura de fogos de artifício com estampido em todo o estado.
Alesc aprova projeto que proíbe fogos com ruído de tiro em SC para proteger autistas, idosos e animais; texto prevê multa e segue para sanção do governador. / Foto:: Daniel Conzi/Agência AL
A medida, aprovada em plenário nesta quarta-feira (25), representa um avanço significativo na proteção da saúde e do bem-estar coletivo, especialmente de pessoas com autismo, idosos, bebês e animais, que sofrem diretamente com os ruídos intensos provocados pelos fogos tradicionais.
Não ao barulho excessivo
O Projeto de Lei 11/2023, apresentado pelo ex-deputado Egidio Ferrari e pelo deputado Julio Garcia, demonstra sensibilidade social ao equilibrar tradição e responsabilidade. A proposta não impede celebrações, festas ou eventos comemorativos, apenas substitui o barulho excessivo por alternativas silenciosas, tecnologia que já existe e vem sendo adotada pela própria indústria de fogos.
A aprovação reforça um conceito moderno de políticas públicas: celebrar sem causar sofrimento. Para muitas famílias, especialmente aquelas que convivem com pessoas autistas ou com hipersensibilidade sonora, datas festivas deixavam de ser momentos de alegria para se tornarem períodos de ansiedade e estresse. A nova legislação busca justamente corrigir essa distorção, promovendo respeito e inclusão.
Caráter educativo
Outro ponto positivo é o caráter educativo e ambiental da proposta. O texto prevê apreensão dos produtos irregulares e aplicação de multas proporcionais, com valores destinados ao Fundo Estadual de Saúde e ao Fundo Especial de Proteção do Meio Ambiente, garantindo que eventuais penalidades retornem em benefícios diretos à sociedade.
Ao seguir agora para sanção do governador, o projeto consolida Santa Catarina como um estado atento às demandas contemporâneas, onde progresso também significa empatia, cuidado coletivo e respeito à diversidade humana e animal. Trata-se de uma decisão que preserva a alegria das comemorações, mas coloca, acima de tudo, a qualidade de vida das pessoas.
O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) e do Grupo Especial Anticorrupção (GEAC), deflagrou nesta quinta-feira (26) a Operação Carne Fraca em uma unidade prisional da Serra Catarinense. A ação apura suspeitas de corrupção, violação de sigilo funcional e advocacia administrativa dentro do presídio.
Durante a operação, foi cumprido mandado de prisão preventiva contra um policial penal que exercia a função de diretor da unidade, além de quatro mandados de busca e apreensão relacionados à investigação, conduzida pela 15ª Promotoria de Justiça da Comarca de Lages.
As apurações indicam que, entre março e outubro de 2025, teria havido um esquema de favorecimento a um apenado, com concessão de benefícios irregulares em troca de vantagens materiais e pessoais. Segundo o Ministério Público, o então diretor teria interferido informalmente em procedimentos da execução penal após estabelecer relação pessoal com a companheira do preso investigado.
O nome da operação faz referência à entrega recorrente de carnes nobres ao agente público, apontadas como parte das vantagens indevidas, além de simbolizar a fragilidade ética das condutas investigadas.
O processo tramita sob sigilo, e novas informações devem ser divulgadas após a publicidade dos autos. O GAECO atua como força-tarefa integrada por órgãos de segurança e fiscalização, enquanto o GEAC é especializado em investigações de crimes complexos contra a administração pública.
Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC