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O Partido Social Democrático (PSD) começa a semana com uma ressaca indigesta, pela acachapante diferença de votos entre o candidato do partido, Gelson Merisio, e o eleito, Carlos Moisés da Silva (PSL).
Um resultado que deverá fazer com que os líderes da sigla precisem de uma análise profunda. Afinal, em meio ao grupo, há os dissidentes, os tidos como traidores e os desafetos.

Gelson Merisio, (foto) na condição de Presidente do PSD deverá chamar para si a palavra e a responsabilidade. Porém, estará certo de que vai enfrentar a força dos resistentes, caso do deputado eleito Júlio Garcia, entre outros, e também do federal João Rodrigues , caso se mantenha no cargo.
Na Assembleia Legislativa o PSD terá a terceira bancada, com cinco deputados: Júlio Garcia, Ismael dos Santos, Marlene Fengler, Kennedy Nunes e Milton Hobus, que não deverá atuar como completa oposição.
Por fim, não se sabe agora qual o futuro político tanto de Merisio quanto de Raimundo Colombo, o líder que preferiu se manter recluso no segundo turno. O certo é que, quem trabalhou por eles, vai querer respostas e atitudes.
Em situação não muito diferente estão o PSDB, o MDB e o PT. Todos deverão passar por reinvenções e renovações.



