Lideranças de bairros se reúnem com Raimundo Colombo

Em encontro realizado na noite de quinta-feira (18), na Associação dos Aposentados, o ex-governador Raimundo Colombo reuniu lideranças comunitárias de Lages e da região para apresentar um balanço das ações realizadas durante sua gestão no Governo do Estado.

Entre os investimentos lembrados, a implantação do serviço de radioterapia no Hospital Tereza Ramos foi um dos destaques. A iniciativa, implantada em 2013, foi apontada como um marco para a saúde da Serra Catarinense, permitindo que pacientes realizem o tratamento em Lages, sem a necessidade de deslocamentos frequentes para Florianópolis.

Durante o encontro, moradores compartilharam experiências sobre os benefícios do serviço. A moradora Roselane Xavier relatou que, após precisar viajar para tratamento no passado, hoje consegue realizar todo o acompanhamento na cidade, com mais segurança e comodidade.

As lideranças presentes também ressaltaram a importância da representatividade política para fortalecer as demandas de Lages e da Serra Catarinense. O encontro contou ainda com a participação do presidente da União das Associações de Moradores de Lages, Gilmar Antunes, e do presidente do MDB local, Anilton Freitas.

Foto: Carla Reche

Antídio Lunelli e Esperidão Amim compõem chapa ao Senado c/JR

Mais de mil pessoas participaram, neste sábado (13), em Jaraguá do Sul, de um encontro que reuniu lideranças do MDB, PSD e da Federação União Progressista para apresentar os nomes que devem compor a chapa majoritária para as eleições estaduais. O projeto é liderado pelo ex-prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), pré-candidato ao Governo de Santa Catarina.

Foto: Ascom PSD

O evento também marcou o pré-lançamento da pré-candidatura do deputado estadual Antídio Lunelli (MDB) ao Senado Federal. A composição ainda conta com o deputado federal Carlos Chiodini (MDB), cotado para a vaga de vice-governador, e com o senador Esperidião Amin (PP), que buscará a reeleição ao Senado.

Durante os discursos, as lideranças destacaram a união entre os partidos e o compromisso com o desenvolvimento de Santa Catarina. João Rodrigues ressaltou a formação de uma equipe “forte e preparada”, enquanto Chiodini afirmou que a presença de Lunelli amplia a representatividade do projeto político. Amin também elogiou a trajetória empresarial e política do deputado emedebista.

Além do ato político, a agenda na região Norte incluiu encontros com empresários, lideranças locais e veículos de comunicação, reforçando as articulações visando o pleito estadual.

Fonte: Correio Otaciliense

Encontro político fortalece articulação na Serra Catarinense

A noite desta quinta-feira (7), foi marcada por importante mobilização política em Lages. Dezenas de lideranças regionais dos partidos PSD, MDB, PP e União Brasil, estiveram reunidas na Acil, para alinhar preparativos do grande encontro político, que acontecerá no próximo dia 30 de maio, em Lages.

Evento promete reunir nomes de destaque da política nacional e estadual. Entre os já confirmados estão o presidenciável Ronaldo Caiado, o pré-candidato ao Governo de Santa Catarina João Rodrigues, Carlos Chiodini, pré candidato a vice e Esperidião Amin, apontado como nome ao Senado. O local e o horário oficial do encontro, ainda serão definidos pela organização.

A articulação do evento tem à frente o ex-governador Raimundo Colombo e os presidentes regionais dos partidos envolvidos, consolidando um movimento que reforça a união e a força política da Serra Catarinense.

Os deputados estaduais Mário Motta PSD) e Nilso Berlanda (PSD), também marcaram presença no encontro.

(Informações e fotos: Carla Reche)

Janela partidária mostra avanço numérico e político da direita

A janela partidária fechou deixando um recado claro, e sustentado por números: o pêndulo político no Congresso voltou a inclinar para a direita. Não foi um movimento tímido. Foram mais de 120 trocas, algo próximo de 25% da Câmara, numa migração que revela menos convicção ideológica e mais cálculo eleitoral.

Ilustração IA

O maior beneficiado é o PL, legenda ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O partido registrou 20 adesões e 7 saídas, um saldo positivo de 13 deputados, chegando à marca simbólica de 100 parlamentares, quase um quinto de toda a Câmara. Em Brasília, esse número não é detalhe: significa mais recursos, mais tempo de TV e maior domínio nas comissões.

O Podemos também surfou essa onda, com 13 adesões e apenas duas saídas, acumulando saldo positivo de 9. São movimentos que, somados, consolidam o crescimento do campo conservador dentro do Legislativo.

Esse reposicionamento encontra eco no cenário eleitoral. A competitividade de Flávio Bolsonaro, que aparece em empate técnico com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ajuda a explicar por que tantos parlamentares decidiram mudar de lado agora. A lógica é simples: ninguém quer disputar eleição em campo desfavorável.

Enquanto isso, o Centrão segurou como pôde, mas os números mostram desgaste. O União Brasil teve 28 saídas contra 21 adesões, fechando com saldo negativo de 7. O PSD perdeu 4 cadeiras (13 saídas e 9 adesões), e o MDB encolheu ainda mais, com saldo negativo de 6 (13 saídas e 7 adesões). Não são perdas devastadoras isoladamente, mas, no conjunto, indicam perda de tração.

No fim, os números falam mais alto do que qualquer discurso. Deputados não se movem por acaso, se movem para onde enxergam melhores chances de reeleição. E, ao que tudo indica, a leitura dominante hoje é de que o próximo ciclo eleitoral pode favorecer um Congresso mais à direita.

Se essa aposta vai se confirmar nas urnas, ainda é uma incógnita. Mas a fotografia atual é nítida: com 100 deputados no PL, saldos positivos expressivos em partidos conservadores e perdas consistentes no Centrão, o tabuleiro político já começou a ser reorganizado, não por ideologia, mas pela matemática do poder.

Campo das hipóteses sugere nova articulação política

Nos bastidores da política catarinense, uma nova hipótese começa a ganhar espaço diante da possibilidade de o prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), recuar da pré-candidatura ao Governo do Estado nas eleições de 2026. Embora não haja nehuma definição oficial, interlocutores e lideranças partidárias já ventilam cenários alternativos para a disputa.

Ex-governador Raimundo Colombo no radar das hipóteses políticas / Foto: divulgação

Entre as especulações, surge a possibilidade de uma chapa encabeçada pelo ex-governador Raimundo Colombo (PSD), com a construção de uma aliança mais ampla, incluindo o MDB na composição. Nesse desenho, caberia ao partido a indicação do candidato a vice-governador, reforçando a estratégia de união entre forças tradicionais do Estado.

Outro ponto em discussão envolve a corrida ao Senado, com a possibilidade de formação de uma dupla competitiva. Um dos nomes frequentemente citados é o do ex-governador e atual senador Esperidião Amin (PP), enquanto a segunda vaga ainda permanece em aberto, sendo alvo de avaliações internas e articulações políticas.

Apesar das movimentações, o cenário ainda é tratado como especulativo. As conversas seguem em estágio inicial e dependem de uma série de fatores, incluindo decisões pessoais, alinhamentos partidários e o avanço das negociações nos próximos meses.

Colombo: não à candidatura ao Governo, e futuro incerto

O cenário político catarinense começa a ganhar contornos mais nítidos, ao menos no que diz respeito às negativas. O ex-governador Raimundo Colombo (PSD) já deixou claro, de forma pública e reiterada, que não pretende disputar novamente o Governo do Estado.

A sinalização mais recente, feita por meio de postagem no X, reforça não apenas sua decisão de ficar fora da corrida majoritária, mas também indica alinhamento político com o prefeito de Chapecó, João Rodrigues.

A posição de Colombo também evidencia um movimento de independência estratégica. Ele declinou, com respeito, da articulação liderada por Jorge Bornhausen, para a formação de uma chapa ao Governo, assim como fez em relação às lideranças do MDB. O gesto, mais do que recusa, demonstra cautela e a intenção de não se comprometer, neste momento, com composições tradicionais.

Por outro lado, o silêncio sobre seus próximos passos mantém o meio político em estado de expectativa. Com um currículo que inclui passagens pela Prefeitura de Lages, Assembleia Legislativa, Câmara dos Deputados, Senado e Governo do Estado, Colombo segue como uma peça relevante no tabuleiro, mesmo fora da disputa direta pelo Executivo.

A dúvida que permanece é estratégica: estará ele se posicionando para um papel de articulador nos bastidores, ou ainda avalia uma eventual candidatura em outro campo? Por ora, o que se vê é um movimento calculado, de quem prefere observar o desenho do cenário antes de definir seu próprio caminho.

A dança das alianças em SC

O anúncio feito pelo governador nesta quinta (22) ao prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo), e que prontamente aceitou ser vice na chapa de Jorginho Mello (PL) para 2026, movimentou o cenário político catarinense antes mesmo do Carnaval.

Aliança entre Jorginho Mello (PL) e Adriano Silva (Novo) redesenha o tabuleiro político e pressiona MDB e PSD a reverem suas estratégias para 2026.

A decisão, comunicada nas redes sociais, não apenas reforça a estratégia de união da direita no estado, mas também abre uma série de repercussões que vão muito além da disputa majoritária.

Reação

De imediato, o MDB reagiu, convocando seus quadros para uma reunião de alinhamento. O gesto revela a preocupação de um partido que já governou Santa Catarina por décadas, mas que hoje se vê diante de uma frente liberal-conservadora fortalecida.

O PSD, por sua vez, perde espaço na composição, já que a vaga de vice foi entregue ao Novo, partido que ganha protagonismo ao colocar Joinville, maior cidade do estado, no centro da estratégia eleitoral.

Renúncia

O movimento tem implicações práticas e simbólicas. Práticas, porque Adriano Silva precisará renunciar à prefeitura em 2026, abrindo uma disputa local que pode redefinir o comando político da cidade. Simbólicas, porque a união entre PL e Novo sinaliza uma tentativa de consolidar um discurso de eficiência administrativa e liberdade econômica, em sintonia com o eleitorado catarinense que já deu ampla vitória à direita em 2022.

Movimentos

Enquanto isso, o MDB busca recompor forças, o PSD avalia alternativas e o PT, com Décio Lima, enfrenta o desafio de romper a hegemonia conservadora. Se não houver convergência entre esses partidos, a reeleição de Jorginho Mello se torna ainda mais provável.

Em resumo, a aliança PL–Novo não é apenas um arranjo eleitoral: é um recado político. Mostra que a direita catarinense pretende disputar 2026 com unidade e força, obrigando os demais partidos a repensarem suas estratégias. O tabuleiro está montado, e as peças começam a se mover.

Novo na jogada: Jorginho articula chapa com Adriano Silva

Ganhou corpo nos bastidores da política catarinense a articulação que envolve o governador Jorginho Mello (PL) e o Partido Novo para a eleição de 2026. As conversas, que já vinham ocorrendo de forma reservada, avançaram nas últimas semanas e indicam que Jorginho convidou oficialmente o prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo), para compor a chapa como candidato a vice-governador.

A decisão está sendo considerada como sendo um movimento estratégico na costura eleitoral de 2026 / Foto: divulgação

A costura mira fortalecer a reeleição do governador com um nome de peso do Norte do estado e consolidar uma frente de direita mais ampla. Caso aceite a missão, Adriano Silva terá de renunciar à Prefeitura de Joinville até abril de 2026, abrindo espaço para a vice-prefeita Rejane Gambin assumir o comando do município.

Anúncio repercute

A possível entrada do Novo na chapa já provoca incômodo em partidos aliados, especialmente no MDB, que esperava indicar o vice. A movimentação também sinaliza uma mudança de postura do próprio Adriano, que no ano passado dizia publicamente que qualquer decisão sobre 2026 dependeria do partido e não seria tratada de forma antecipada.

Por ora, ninguém confirma oficialmente o “fechamento” do acordo, mas, nos bastidores, a leitura é de que a aliança está bem encaminhada e tende a se consolidar ao longo de 2025. Se confirmada, a dobradinha Jorginho/Adriano pode redesenhar o tabuleiro da sucessão estadual e acelerar a disputa por espaço entre os aliados do atual governo.

A informação foi confirmada ao Blog pelo deputado estadual Marcius Machado, líder do PL na Alesc, após ter recebido telefonema na tarde desta quinta-feira (22) do próprio governador Jorginho Mello, comunicando a decisão.

Por outro lado, o MDB já convocou uma reunião de alinhamento e para discutir sobre o cenário das eleições de 2026, para segunda-feira, dia 26/01. Ou seja, tem movimentação no meio político catarinense.