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Não surgiu do nada a reação da classe produtiva catarinense sobre a questão do aumento dos impostos para os defensivos agrícolas. A briga vem desde o ano passado, quando o Governo do Estado se mostrou propenso a elevar as taxas.

Ontem, quarta-feira (12), audiência pública na Assembleia Legislativa, as classes produtivas lotaram a Casa, além das presenças dos secretários de Estado da Fazenda (SEF), Paulo Eli; e da Agricultura e Pesca (SAR), Ricardo de Gouvêa.
A mobilização, definitivamente abriu os olhos dos representantes do Governo, que, se tinha a mínima intenção de mexer para cima nos preços dos defensivos, mudou de opinião, e reafirmou, frente a deputados e agricultores, a decisão de manter a isenção de impostos para os defensivos agrícolas.
Também alinhou o discurso da classe rural, de que irá seguir a política de fortalecimento da agricultura, pecuária, pesca e maricultura de Santa Catarina para que o Estado continua sendo destaque na produção de alimentos.
Era tudo o que os deputados e os ruralistas queriam ouvir. O secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli, disse que o assunto da taxação dos defensivos está encerrado e já pertence ao passado. Ressaltou que Governo não vai apresentar novo projeto sobre o tema.
A forte pressão e o fato de ter ouvido os produtores agrícolas catarinenses resultou no recuo. Vitória do agronegócio.
Foto: Ana Ceron / SAR



