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Economistas preveem muitas dificuldades para os futuros prefeitos. A dificuldade em recuperar a economia nacional é muito grande, e os reflexos nos municípios serão sentidos em 2017.
Como o Governo Federal tem acumulado perdas astronômicas no seu caixa, o mesmo deverá acontecer no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
O empresário Vilso Isidoro, que também é economista, está preocupado. Segundo ele, o Governo precisa já amanhã, tomar medidas corajosas para tentar mover a reação da economia.
Um dos caminhos é falar em reduzir impostos e injetar novo ânimo no setor produtivo, ao invés de fomentar a tese da arrecadação com a criação da CPMF, por exemplo, ou ficar exaustivamente trabalhando na Reforma Previdenciária, que só terá reflexos daqui há muitos anos à frente.
Obviamente, a Reforma é necessária. Mas aquecer o mercado e estancar o desemprego, que pode crescer em mais 3%, chegando ao inadmissível percentual de 14%, são prioridades para “ontem”, disse.




Nosso economista do comentario se esquece que este novo governo se situa no patamar neoliberal, o neoliberalismo constrói um Estado pequeno e sendo pequeno o Estado não possui o poder de mudar o cenário econômico,.Fazendo privatizações, minando a economia, tirando direitos trabalhistas para aumentar o lucro dos patrões, aumentando as alíquotas de previdência, com a consequente idade, como também, destruindo as politicas publicas de inclusão social são as piores fórmulas adotadas. Por outro lado o Estado Social, o que estes empresários menos querem investe no social, como Lula fez, gera empregos, qualifica os trabalhadores, investe em políticas públicas que geram renda a todos, mas a maioria dos empresários focam só no lado produtivo que exclui outros do mercado consumidor e depois reclamam de crises fictícias. Com certeza ao taparem os olhos para a classe trabalhadora e só pensarem em seus lucros, estão trilhando um caminho da falência e dos mesmos problemas que tiveram com FHC e ainda não aprenderam.