Economia em SC: Governo apresenta números preocupantes

Preparado pela Secretaria de Estado da Fazenda a pedido do governador Jorginho Mello, o diagnóstico das contas estaduais comprova que a situação de Santa Catarina é muito diferente do indicado pelos primeiros números. Não foi à toa que o governador, antes da coletiva, antecipou a preocupação.

Com um desempenho atípico durante a pandemia de Covid-19, o Estado obteve um aporte de quase R$ 6 bilhões em recursos extras num intervalo de três anos – na conta estão as transferências do Governo Federal para o combate ao coronavírus, a dispensa do pagamento de R$ 1 bilhão referente às parcelas da dívida pública com a União (2020) e o aumento da arrecadação tributária ocasionada pelo esforço fiscal, pela inflação e pelo crescimento da atividade econômica (PIB) catarinense.

Na outra ponta, houve a queda nas despesas com o lockdown e a chamada “reforma administrativa invisível” do Governo Federal, que congelou salários em todo o país.

A volta da normalidade, entretanto, escancarou o desequilíbrio entre receitas e despesas: SC encerrou 2022 com um déficit apurado até o momento de R$ 128 milhões na chamada Fonte 100, que é de onde saem os recursos usados no pagamento da grande maioria das despesas estaduais.

Para 2023, serão necessários R$ 2,8 bilhões extras para honrar os compromissos assumidos em anos anteriores e cumprimento da previsão orçamentária.

Transferências

Chama a atenção o volume de recursos enviado aos municípios e entidades sem fins lucrativos durante a pandemia. Há quatro modalidades regulamentadas hoje em SC.

As três primeiras são transferências voluntárias, transferências especiais realizadas via emendas impositivas e os convênios.

A partir de 2019, surgiu o Plano 1000, que contempla o popular “PIX dos Prefeitos” – o plano prevê repasses diretos de até R$ 5 milhões e a oficialização de convênios nos casos em que o investimento ultrapassa esse valor.

Somente em 2022, somando todos os modelos de transferências, o Estado repassou R$ 3,2 bilhões aos municípios e entidades e tem um saldo a pagar de R$ 3,7 bilhões – a Portaria SEF 566/2022 suspendeu uma série de repasses que seriam feitos, o que na prática deve reduzir a conta a pagar em R$ 820 milhões, já dando indícios do desequilíbrio.

Outro dado preocupante: cerca de 5 mil transferências possuem deficiência na prestação de contas nos sistemas do Governo do Estado. Esse é outro fato que levou a metodologia a ser questionada pelo Ministério Público e pelo Tribunal de Contas.

Ajuste fiscal

Secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert observou que a realidade exige muito mais atenção do que se imaginava diante dos primeiros números apresentados na transição dos governos.

“Os dados, agora transformados em informações, nos mostram que precisaremos de muita engenhosidade para honrar os compromissos e ainda colocar em prática as políticas públicas desenhadas pelo governador Jorginho, mas estamos confiantes e vislumbrando alternativas para transformar os desafios em oportunidades”, disse.

Orçamento

O orçamento de Santa Catarina para 2023 é de pouco mais de R$ 44 bilhões. As projeções mais conservadoras mostram que o Estado deve crescer algo em torno de 4% ao longo do ano – SC encerrou 2022 com receita tributária de R$ 43 bilhões, o que corresponde a crescimento real de 5%, já descontada a inflação.

Com as perdas de arrecadação ocasionadas pela mudança da alíquota de ICMS dos combustíveis, energia elétrica e telecomunicações, SC tem arrecadado cerca de R$ 300 milhões mensais a menos.

Fotos: Eduardo Valente / Secom

Palestra em Lages com a jornalista Estela Benetti

A jornalista Estela Benetti participa nesta terça-feira (4), de evento voltado para empresários catarinenses na Associação Empresarial de Lages (ACIL). Abordando o tema “Cenário econômico e Oportunidades para a Serra Catarina”, a palestra começa às 19h na ACIL.

A jornalista especializada em economia, vai destacar o crescimento em um ritmo menor e um dos motivos é que Santa Catarina cresceu muito em 2021, mais de 8%, e agora passa por uma acomodação.

Gerson apresenta balanço do 1º semestre do Legislativo

O presidente da Câmara de Lages, Gerson Omar dos Santos (PSD), apresentou aos profissionais da imprensa os dados financeiros do 1º semestre da Casa do Povo, com destaque para a economia gerada pela atual gestão.

O trabalho tem sido em cima de gastos. No total, a Câmara tem o direito de receber até 6% da arrecadação municipal. É percentual alto. Assim, o Legislativo fez a opção de receber 4,5%. Mesmo assim, os gastos não passaram dos 3% do orçado.

Os principais resultados da economia são oriundos da não liberação de diárias a vereadores e suas assessorias, o não custeio de cursos por parte da Casa e a revisão de alguns contratos.

É preciso concordar com o Presidente. Os recursos economizados são resultados dos esforços de todos os legisladores e funcionários.

Por outro lado, com a devolução de recursos foi possível ajudar o Hospital Seara do Bem. E, a projeção para os próximos meses é de manter o controle de gastos.

Informações e fotos: Alex Branco– Câmara de Lages

Santa Catarina registra saldo positivo em tempos de crise

Apesar da crise ocasionada pela pandemia, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável, por meio da Junta Comercial (Jucesc), apura que o Estado teve um saldo maior de empresas constituídas em 2020 quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Foto: Ascom Prefeitura de Chapecó

Desde o início do ano, até 13 de maio, o estado conta com um saldo de 35.144 novas empresas, enquanto no mesmo período do ano passado foram 31.955 constituições.

Os dados mostram que o ambiente econômico do estado, apesar de toda a insegurança gerada pela pandemia provocada pelo novo Coronavírus, ainda reflete o viés empreendedor do cidadão catarinense e mostra um estado ainda pujante e confiante em uma retomada do crescimento.

Confiança

O presidente da Junta Comercial, Juliano Chiodelli, observa que os números apresentados, de abertura e no fechamento das empresas no estado, refletem a confiança dos empresários na economia catarinense.

“Funciona como um termômetro da expectativa frente aos próximos meses”, diz Chiodelli.

Emprego em Santa Catarina

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na manhã de sexta-feira, 15, que Santa Catarina manteve a menor taxa de desocupação do Brasil no primeiro trimestre de 2020.

Até o fim de março, o índice no estado era de 5,7%, enquanto a média nacional ficou em 12,2%. Os números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) e englobam apenas as primeiras semanas da pandemia de Covid-19 no país.

Palavras da Secretária Municipal de Saúde de Lages

A secretária Municipal de Saúde de Lages, Odila Waldrich escreveu esta mensagem nas redes sociais:

“Pessoal, nos desculpem. Nós da saúde temos por princípio nos preocuparmos muito com a saúde das pessoas e talvez nosso olhar esteja voltado mais para a saúde. Durante toda nossa vida profissional estamos tentando inúmeras estratégias de como melhorar e proteger a vida das pessoas, por isso, nesse momento em que estamos tão focados, nosso olhar esteja direcionado mais para a Saúde.

Nossos governantes têm um compromisso muito sério mesmo, com a economia do nosso País que, não pode parar. Pois, uma economia doente, também adoece as pessoas. O que temos que focar é que precisamos e queremos VIVER, e para isso, não temos como fugir do cuidado. A vida segue. Mas, se cada um de nós fizer a sua parte, sairemos sim vitoriosos desse panorama negativo em que estamos. Nada pode parar, nem a economia, que deve ter o mesmo cuidado”.

Foto: Divulgação

Por que estudar Economia na Uniplac?

A Uniplac está com matrículas abertas para o curso de Economia. A novidade surgiu na Universidade atendendo a uma demanda do mundo atual.

Mas, se você está se perguntando “Por que estudar Economia?”, fique ciente de que essa carreira hoje está em tudo e tudo está nela. Desde ações simples como ir ao mercado e trabalhar ou até investir faz parte do estudo desta área.

A graduação em Economia forma profissionais para tratar de questões nacionais e internacionais que envolvam o uso de recursos financeiros.

Na grade curricular disciplinas teóricos práticas nas áreas de tecnologia de negócios, como gestão, finanças e inovação. “É uma ótima oportunidade para quem já possui curso superior ou para os jovens que acabaram de concluir o ensino médio, buscarem aperfeiçoamento e crescimento numa profissão com ótima valorização e numa área vital para as empresas”, afirma o professor Munir Saleh (foto).

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho nessa profissão é muito amplo pois, além de economista, ele também lida com problemas de ordem financeira e administrativa. Esse profissional é o responsável pelo estudo da relação de distribuição de bens e serviços entre pessoas, empresas e países.

Ele pode atuar no âmbito mundial e nacional ou elaborar soluções para empresas de pequeno porte, por exemplo. Esse profissional pode atuar como auditor, perito, empreendedor, consultor, atuar no mercado financeiro, na carreira docente como professor ou pesquisador.

As matrículas para o curso de Economia da Uniplac estão abertas até o dia 6 de março.

Informações e foto: Débora Bombílio – Central de Notícias Uniplac (CNU)

Para o seu churrasco

Imagine comprar carne saudável, oriunda de animais criados livremente, rastreados, com rigoroso controle sanitário, de raças britânicas precoces, livre de resíduos de vacinas e medicamentos, e ainda alimentados a pasto… proporcionando benefícios à saúde humana…então, a carne é da Coopertropas!

Processo Seletivo Uniplac

Até o próximo dia 31 de janeiro podem ser feitas as inscrições para o Processo Seletivo na Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), e que incluem dois novos cursos: Economia e Farmácia.

O Jornalismo também está entre os que você pode optar. Aliás, mais uma vez o Curso orgulha a instituição, alcançando o conceito 4 na avaliação do MEC 2019. Bora fazer a inscrição.

Lages: multiplicação positiva dos números da economia

“O crescimento é real porque a economia está andando a contento e as pessoas podem não estar percebendo neste momento, mas a economia mudou, e expressivamente. O imposto arrecadado se refere àquilo que é de fato recolhido pelas obrigações. O Brasil está produzindo mais e a retomada está em curso e é excelente”.

 

 

Diante de um quadro ascendente e positivo, Lages se coloca em um contexto privilegiado quanto aos números da economia, anunciando de que, em 11 meses, Lages já arrecadou mais do que o ano de 2018 inteiro e ainda aguarda mais R$ 5 milhões em dezembro.

Na amostragem destes números, o comparativo do que arrecadou no ano inteiro de 2018, R$ 38.766.000, valor já superado em apenas 11 meses, e Lages deve passar do R$ 46 milhões em 2019.

Tais fatores positivos são creditados devido ao reaquecimento da economia nacional configura como fator diretamente ligado ao aumento da arrecadação de tributos no município de Lages.

 

 

O secretário da Administração e Fazenda, Antonio Cesar Arruda, que já havia destacado o crescimento dos números de Lages,  permeia as motivações deste panorama, como a movimentação do país refletida pela mudança na Presidência do Brasil.

Crescimento este reforçado pelo comparativo de que o Estado de Santa Catarina teve crescimento na arrecadação de 12% este ano, em relação a 2018. Lages teve acréscimo maior, levando-se em consideração seus impostos municipais, na casa de 22%.

E prospecta: de janeiro a novembro foram arrecadados R$ 41.359.000, e ainda falta o mês de dezembro, elevando o reforço em pelo menos mais R$ 5 milhões.

Arruda completa

 “Este incremento na arrecadação significa que o nosso comércio, nossa indústria e nossos prestadores de serviços são fortes. Lages, como cidade polo, é um município pujante e isto é só o começo da virada. Ao nosso entender, as medidas econômicas tomadas pelo Governo Federal, a Reforma Previdenciária e a Reforma Tributária (está em andamento) e inflação e juros baixos estão dando resultados e a iniciativa privada está atribuindo sua contrapartida.”

Otimismo de Ceron

O prefeito Antonio Ceron reforça o fato de que o Município de Lages poderá arrecadar, em 2020, com acréscimo próximo a 22%, de forma moderada, até porque a inflação está baixa, na casa de 3%, e com a acomodação do mercado.

 

 

A instalação da Berneck

Esse é outro fator positivo e que causa expectativa. A partir do próximo ano, com a Bernceck instalada, o empreendimento deverá gerar 500 postos de trabalho diretos somente na etapa de construção de sua unidade fabril. Um investimento na construção que soma em torno de R$ 800 milhões. Já a operação inicia em 2021 e para 2022 está prevista a arrecadação, pois a projeção de entrada de impostos é para dois anos.

Assim, Lages apresenta um balanço econômico real, e que há muito não se via. Positivo. Um fechamento de ano  entusiasmante para o presente e ao futuro próximo.

Fotos: Divulgação