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O PMDB sempre teve forte participação e influência o Governo de Raimundo Colombo. Tanto, que na gestão passada estava presente na maioria dos cargos no geral. Isso nunca foi segredo.
Governador e vice, para onde olhar?
Percebe-se, no entanto, que neste segundo mandato, Raimundo Colombo quer mais independência, e procura tomar decisões de acordo com o que ele quer. E com todos os direitos.
Obviamente isso tudo acarreta problemas internos, especialmente com a turma do PMDB.
A indicação de Sílvio Dreveck, do PP, para ser o líder do governo na Alesc pegou todo mundo de surpresa. Porém, prova que além de aumentar a base aliada, Raimundo está tentando implantar o seu projeto de governança.
No entanto, na tentativa de restabelecer em parte os problemas com a aproximação com o Partido Progressista, ao convite a Mauro de Nadal, do PMDB, para ser o vice-líder dos governistas, não caiu bem entre os peemedebistas, que querem o inverso.
Sempre se soube que tais alianças, caso a do PSD e do PMDB nunca foi um mar de rosas, mas o projeto tem andado, sem alarde do que ocorre nos bastidores.
Queira ou não, em tese, o PMDB nesta nova fase administrativa, precisa mais do PSD. Diferente do que foi na anterior.
As demais decisões envolvendo as mudanças no projeto das SDRs, e a intenção de ter um nome do PSD na SDR de Florianópolis, que sempre foi do PMDB, deverão motivar novas discussões, que balançam as estruturas internas.
A diferença do antes para o agora, é exatamente o fato de Raimundo querer ser mais ele no comando do Governo.




