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Não tenho dúvidas de que as discussões sobre a duplicação da BR 116, durante audiência pública, na ACIL, na manhã desta segunda-feira (15), em Lages, será decisiva para o andamento da proposição do Fórum Parlamentar Catarinense.
Nas exposições, a presença de lideranças como o deputado federal Esperidião Amin, que é o presidente do Fórum, a deputada federal eleita Carmen Zanotto, o prefeito interino de Lages, Toni Duarte, vereadores, além de integrantes do Grupo Paritário de Trabalho (GPT), formado por representantes das Associações de Municípios do Planalto Norte (Amplanorte), do Contestado (Amurc), da Região Serrana (Amures) e da concessionária Autopista Planalto Sul e Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
A apresentação deixou claro sobre a necessidade de estudos para a duplicação, e os principais benefícios para os municípios que ficam às margens da rodovia.
O diretor superintendente da Autopista Planalto Sul, César Sass, explanou sobre as vantagens da presença da concessionária na rodovia, tanto no Estado catarinense quanto no Paraná, as principais obras realizadas e investimentos a longo prazo.
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Benefícios da duplicação
Entre as vantagens com a duplicação da BR está o aumento da segurança e conforto aos usuários, com consequente redução de acidentes, melhorias na infraestrutura, melhor cobertura de telefonia móvel no trecho concessionado, menores impactos ambientais com a redução da emissão de monóxido de carbono e diminuição do custo e tempo com o transporte.
Estima-se que, numa extensão de 311 quilômetros duplicados, há uma redução de aproximadamente três horas e 35 minutos no tempo de viagem em comparação ao mesmo trecho com pista simples.
Este comparativo foi realizado utilizando como veículo base um caminhão de carga, trazendo benefícios às empresas que dependem das transportadoras.
Há também grande redução nos acidentes mais graves, como a colisão frontal e transversal, maiores causadores de mortes nas rodovias brasileiras. Estudos apontam que o custo médio com acidentes, considerando despesas médicas e danos materiais, gira em torno de R$ 53 mil cada.
Com a duplicação, a região beneficiada teria o mesmo grau de desenvolvimento que os municípios próximos da BR-101.
(Informações ASCOM PML – Fotos: Zé Rabelo)



