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Diante da decisão do presidente Moacir Sopelsa (MDB), ao atender pedido de outros deputados, para que prorrogasse a votação sobre a possível derrubada do veto do Executivo estadual à proposta de equiparação das alíquotas de ICMS do Estado à do Paraná, que representa o valor médio nacional, a Abrasel expediu nota, com duras críticas.
Segundo a entidade, os catarinenses permanecerão sendo os brasileiros que pagam a mais alta carga tributária nas refeições, vinhos, espumantes e destilados.
Reitera ainda, Raphael Dabdab, presidente da Abrase,l de que não faltou tempo para o executivo debater o assunto com o Legislativo para promover esta justiça tributária.
Em Santa Catarina, entidade que há mais de dois anos defende essa medida junto ao Executivo estadual. Para o líder empresarial, o prazo de 10 sessões para a apreciação do tema significa ainda mais fechamento de empresas e perda de postos de trabalho, em um setor que já paga uma conta desproporcional sozinho.
A nota expõe o nome dos deputados que pediram a prorrogação: Fabiano da Luz (PT), Valdir Cobalchini (MDB), Marcos Vieira (PSDB), Ismael dos Santos (PSD), Jair Miotto (PSC), Silvio Dreveck (PP).



