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O fato da Executiva do PMDB de Lages se manifestar através de nota contra a SDR, ou seja, do Governo, do qual faz parte, a partir de Lages, tem grande significado em todo o Estado.
O movimento exigindo que o Partido tenha candidatura própria em 2014, principalmente de algumas forças estaduais, e agora, mais os posicionamentos de lideranças de Lages, indicam que não querem mais apoiar Raimundo Colombo.
Portanto, em Lages, a repercussão ganha notoriedade, pois, na casa, na cidade do Governador, o PMDB acentua essa condição, negativa por sinal, entende-se de que não quer mais para Lages a figura do Governador.
Entendo também que, bem ou mal, o Governo de Santa Catarina tem um lageano. Coisa que, em vida, eu, e muitas outras pessoas, jamais vão ver de novo no futuro.
A ideologia que há muito não existe mais dentro das agremiações políticas, se volta apenas para os interesses pessoais.
Poderiam nossas lideranças políticas regionais, colocar Lages e a Serra como força ideológica, e pensar em ter, pelo menos, por mais quatro anos, a presença do governante do Estado, nativo da Serra. É a nossa última chance. Depois, sabe-se lá quando isso irá acontecer de novo.
Mas, em nome do poder, nada disso importa. Quem é contra Raimundo e é de Lages ou da Serra, é merecedor de um governador de qualquer outro ponto do Estado, e que viva próximo, dos interesses unicamente da região dele, apenas.
Como diz o amigo Celso Aurélio: “pensemos nisso enquanto há tempo”.



