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São cada vez mais constantes os questionamentos sobre os resultados das urnas eletrônicas. Recentemente um procurador do Mato Grosso do Sul, Felipe Marcelo Gimenez fez uso da tribuna na Comissão de Constituição e Justiça, do Senado, durante debate sobre o sistema eletrônico de votação.

Procurador do Mato Grosso do Sul, Maurício Gimenez
Conforme ele, o povo vem sendo enganado pela tecnologia da máquina, e que é preciso que se olhe para ela à luz da lei. Prevalecendo a ordem jurídica.
Segundo o procurador mato-grossense a cidadania do povo está sendo violada pelo Tribunal Superior eleitoral.
Ele não questiona o voto na máquina, e sim, sim o ato administrativo na contagem dos votos, e que precisa seguir o princípio da publicidade, auditando assim o fato jurídico, e não, a máquina.
Em resumo, o que ele pede é o direito da publicidade; para que todos os cidadãos possam fiscalizar, tornando público o resultado, com a impressão paralela dos resultados, antes do Boletim de Urna (BU), que apresenta a totalização das votações.
Seria sim, a única forma de provar que os votos declarados na máquina, sejam reais. Os questionamentos prosseguem, principalmente a insegurança sobre o sistema eletrônico de votação. O Brasil é o único país do mundo a usar a máquina para votar e contar os votos.



