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O agosto chegou. Será um longo mês na espera da definição sobre o impeachment, assim que o setembro entrar. Mas o que esperar?
A expectativa é de que o afastamento definitivo da presidente Dilma Rousseff ocorra, a partir do entendimento do Senado, embora, entre os senadores, fala-se em “cautela”. A previsão é de que a votação do processo oconteça no dia 21 de setembro.
Entro neste assunto, porque interessa diretamente a cada um dos brasileiros. Um processo que pode até não determinar o afastamento da petista.
Enquanto isso, um novo governo está no poder, com novos ministros, novos assessores, novos projetos, etc. Mas, na verdade, o País segue na mesma instabilidade política grave.
O setembro será determinante para se saber quem afinal de contas irá seguir governando o Brasil.
Em caso de a Dilma voltar. Tudo o que Temer já organizou, será desfeito, e lá se vai o ano sem o encaixe das novas ações de Dilma. E, no caso de Michel Temer ser oficializado, a esperança é de que o as coisas ganhem mais celeridade.
Enquanto nada se define, o País continua vivendo o caos da estagnação, e da descrença de que a crise possa ser definitivamente contornada.
Por fim, as atenções, por hora, recaem aos jogos olímpicos. Um alívio temporário aos problemas de ordem política e econômica.




Setembro já é a porta para a primavera e o verão, como Florianópolis é por si só a preferência do verão, Lages sem dúvida é o inverno, com vários eventos de relevância.