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As articulações na política levam a situações extremamente complexas. Mexem com a razão, e pode ter consequências totalmente imprevisíveis.
Observe-se o que se definiu na noite das convenções em Santa Catarina.
Por outro lado, para o PP, a decisão de liberar os diretórios regionais para apoiar quem quiser, acabou sendo sensata.
Renato Nunes, durante convenção em Florianópolis
Na Serra, não veremos assim, Renatinho ou Luiz Marin, rompendo os laços com o conterrâneo Raimundo Colombo.
A outra decisão, foi a de juntar os trapos com os tucanos. Ponticelli, que acabou sendo alijado e o mais prejudicado em todo o processo, deixa o quase certo, para o incerto, na vaga de vice, com Paulo Bauer.
São as surpresas, inesperadas, para quem vive no campo político, onde as questões pessoais dão, muitas vezes, lugar ao que deveria ser mais coletivo.
Quanto ao PPS, gostaria muito de ouvir o que Carmen Zanotto, homologada para concorrer à Câmara dos Deputados, tem a dizer da decisão de última hora, em apoiar o PSDB em SC.




