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A problemática da dengue, no caso específico da Santa Catarina, não deve ter culpa hipotecada para ninguém. O trabalho de conscientização do controle em cada lar ou terreno deve ser continuado. Trata-se de uma obrigação coletiva entre agentes públicos e sociedade. No entanto, os lamentos dos deputados sobre as superlotações de postos de saúde também devem ser levados em conta. Cabe também a eles a responsabilidade de cobrar por mais recursos de Brasília, por exemplo, para ajudar no combate à doença e ao mosquito Aedes.

É sabido que cerca de 95% dos leitos de UTIs estão ocupados, enfermarias estão sobrecarregadas com a dengue e as doenças respiratórias. Esse foi um ponto tocado pelos deputados na sessão desta última terça-feira (9). Sendo assim, com tanta gente sintomática, são muitas horas de espera por atendimento, e os municípios também têm suas responsabilidades, não apenas os governos estadual e federal.
Para piorar, começam a surgir casos de influenza, e todos os sistemas de saúde ficam sobrecarregados. As vacinas parecem ser a melhor alternativa. Não vejo, portanto, motivos para críticas unicamente à Secretaria de Estado da Saúde.



