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Num tempo em que o papel da polícia está sendo questionado, representantes das forças de segurança pública de Santa Catarina participaram de uma audiência pública, promovida pela Comissão de Segurança Pública (CSP), nesta segunda-feira, 11, na Alesc. Tem sido evidente a inversão de valores. No entanto, a discussão é válida.

Os agentes de segurança reforçaram que atuam dentro dos protocolos, porque quando lidam com a violência é muito difícil para o policial enxergar o cenário e reagir, sem que possam deixar de lado os protocolos de uso escalonado da força, na tentativa de antecipar as ações. “Basicamente o policial reage a uma situação de violência e se está diante de uma situação letal, não vai esperar levar um tiro, vai usar a força letal, é o estado agindo”, afirmou o comandante da 1ª Região da Polícia Militar (PMSC), coronel Dante da Costa Chierighini.
O coronel ainda observou que a forma com que a polícia é recebida nas comunidades é determinante para o nível de agressividade na resposta da instituição.
O debate deve prosseguir em SC
Já o secretário de Segurança Pública, deputado Sargento Lima (PL), ponderou a necessidade de as forças de segurança seguirem manuais e protocolos e convidou os interessados a discutir uma nova proposta de protocolo de abordagem policial, a partir de novos debates.

Jessé Lopes (PL), presidente da CSP e propositor da audiência pública, destacou a importância da segurança pública e do debate aberto proporcionado pela oitiva popular. “O papel do estado é garantir a ordem e as polícias são as instituições responsáveis por isso, por isso é bom fazer um debate aberto”, avaliou Jessé. (Fonte: Agência Alesc).



