Share this
Aos poucos as informações vão se tornando mais abrangentes, a respeito da Operação Mensageiro, deflagrada na terça-feira (06/12), pela Subprocuradoria-Geral para Assuntos Jurídicos, por meio do Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) e do Grupo Especial Anticorrupção (GEAC) do MPSC.

Até o momento, a Operação Mensageiro cumpriu 16 mandados de prisão e 109 mandados de busca e apreensão. Foram mais de R$ 1,3 milhão de reais apreendidos em espécie, localizados nas residências e nos locais de trabalho dos alvos investigados.
Em Lages
A operação em Lages também mexeu com a opinião pública, resultando em mandado de prisão preventiva, requerida pelo MPSC, em razão das provas coletadas na busca e apreensão.
Pelo menos das pessoas da Administração Municipal de Lages estão presas, um secretário e um diretor. Uma, no presídio de segurança máxima, em São Cristóvão do Sul, e outra em Lages, no presídio do bairro São Cristóvão.
Questão é séria e grave
A situação de Lages não é apenas complexa, é bastante séria. A partir desta semana, aguardam-se novas informações de parte do MPSC, a respeito dos desdobramentos da operação. Expectativa até mesmo de uma coletiva à imprensa.
O fato teve, obviamente grande repercussão, e tem sido motivo de muitas conversas, perguntas e interpretações. O meio político, especialmente de oposição à gestão atual, tem tirado proveito, e com razão.
A vereadora Suzana Duarte (Cidadania), por exemplo, postou em uma das suas redes sociais, um vídeo em que ela denota a preocupação com a falta de licitação do serviço de coleta de lixo em Lages. Conforme aponta, há mais de um ano tem cobrado da Prefeitura o edital.
Confira abaixo a fala dela durante uma das sessões da Câmara de Vereadores:
Por esta razão, há probabilidade de que as investigações avancem, e novas prisões possam acontecer, com desdobramentos inesperados, já nesta semana, e com respingos em mais gente. A Semasa é o foco da operação.



