Flexibilização no turismo ainda depende do COES

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COES é o Centro de Operações de Emergência em Saúde. É o organismo que deverá oficializar ou não a decisão dos prefeitos da Amures, em aprovar a lotação de até 70% da capacidade das atividades de hotéis, pousadas, albergues e estabelecimentos do gênero, na Região. Portanto, carece ainda de um parecer técnico, afinal é o responsável pela coordenação das ações de resposta às emergências em saúde pública.

 A decisão dos membros da Comissão Intergestores Regional – CIR, foi baseada em orientações do Ministério do Turismo através do protocolo para prevenção da Covid-19 e considerando a situação de casos confirmados na região até esta sexta-feira, que somam 276.

Na Serra, há apenas um paciente em leito de UTI confirmado com Covid-19 e 11 pacientes em leitos de enfermaria, demonstrando que situação na região está sob controle.

Walter Manfroi, da Amures afirma que não estamos descuidando das medidas preventivas e justifica flexibilizar a ocupação de 70% dos estabelecimentos de turismo. Pois, segundo diz, tem quase três meses do primeiro caso de Covid-19 registrado na região e está com uma taxa de 2% de ocupação de leitos de UTI e 5% dos leitos de enfermagem.

Seja como for, a orientação é para que os municípios que autorizaram ampliação da capacidade de lotação de 50% para 70%, revoguem a decisão até que se tenha parecer favorável do Coes. Isso evitaria demandas eventuais do Ministério Público que prejudiquem os estabelecimentos.

(Informações e foto: Oneres Lopes)