Afinal, por que tudo emperra na Serra Catarinense?

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É preciso que haja uma forte reflexão sobre o que acontece na Serra Catarinense, em que muitos projetos estruturantes e de desenvolvimento simplesmente travam, e, muitos, ficam anos a fio sem avançar, caso do Aeroporto, em Correia Pinto.

No campo do turismo, as questões também emperram, sem que tenhamos explicações convincentes. Há quem afirme de que isso tudo passa por interesses do além-mar. Não sei.

A Serra Catarinense é, sem dúvida o segundo polo turístico do Estado. Obviamente, o litoral lidera. Então, por quais razões existem tantas dificuldades que não deixam o setor crescer e resultar em desenvolvimento econômico para todos os catarinenses, em especial, os serranos?

Caso já tivéssemos concluídas, por exemplo, a Rota Caminhos da Neve e a Serra do Corvo Branco, interligadas com a Serra Gaúcha, a opção turística seria uma das mais visitadas, com certeza. Não seriam os entreves propositais, para não ofuscar a passagem pela BR 101 e seus pedágios e suas praias? É de se pensar.

Outra coisa

Esta semana, em Bom Jardim da Serra foi apresentado o desejo da iniciativa privada de instalar nos altos da Serra do Rio do Rastro um mirante de vidro, mais um vez, e que, logicamente, se o projeto for concretizado será algo fantástico para o turismo serrano.

Mas, a indefinição do Governo do Estado, com suas sugestões de fatiamento e adequações podem por tudo a perder. Poderia simplificar as coisas, simplesmente. Afinal, essa proposta não é de hoje, tem mais de uma década, e como se nota, os empecilhos, prosseguem.

Seminário

Em suma, o que afinal de contas acontece com todas as boas perspectivas para alavancar o turismo na região serrana?

Espero que o Seminário “Perspectivas do Turismo para 2019/2020 na Serra Catarinense”, previsto para acontecer no próximo dia 13 de setembro, na Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), responda esse questionamento e elimine tantas e tantas dúvidas e desconfianças.

Fotos: divulgação

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