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Com a peculiar alfinetada, de que está entregando um Estado em melhores condições ao seu sucessor do que aquele que encontrou, em 16 de fevereiro, quando assumiu o governo, Eduardo Pinho Moreira discorreu o seu balança da breve gestão, esta semana, para a imprensa.

Conforme disse, além de conseguir reduzir os índices de criminalidade e aprofundar o processo de regionalização na Saúde, irá entregar o Estado ao governador eleito Carlos Moisés com um déficit inferior a R$ 600 milhões — enquanto o projetado no início do ano era de R$ 2 bilhões.
O governador ainda relembrou a desativação de 15 Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs) e quatro secretarias centrais — seu primeiro ato de governo, que gerou economia de aproximadamente R$ 30 milhões — e afirmou que houve uma recuperação da economia catarinense, com um crescimento da arrecadação de 7,88% no acumulado de janeiro a novembro, na comparação com o mesmo período do ano passado.
Ainda segundo ele, o cenário mais favorável permitiu ao Estado voltar ao limite legal da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) de gastos com folha de pagamento, passando de 49,73% para os atuais 48,87%.
Foto: Maurício Vieira/Secom



