Projeto piloto trará o gás natural à Lages

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A tecnologia foi conhecida em Portugal, quando uma delegação catarinense da SC Gás e da FIESC, esteve em Portugal, na segunda quinzena de maio último.

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As informações foram repassadas na tarde desta sexta-feira (10), em coletiva à imprensa pelo presidente da SC Gás, Cósme Polése e Israel Marcon, da Fiesc.

A nova proposta é teoricamente simples, mas carece da montagem de um projeto estruturante em Lages. Em setembro deverá estar encerrado o processo do edital para a construção de uma rede interna de gasodutos, que será lançado nos próximos dias.

A certeza é de que o modelo escolhido irá trazer à Lages, de Rio do Sul, o Gás Natural Líquido (GNL), via caminhões, e assim que chegar, será reaquecido e injetado na rede interna.

A nova forma antecipa a oferta do gás em Lages, a um custo de R$ 4 milhões, atendendo a quem necessita, antes mesmo da chegada do gasoduto.

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O transporte do gás líquido é espelhado em países como Portugal e Argentina que já adotou a sistemática, e consegue levar o gás em lugar isolado, inclusive, atendendo a empresas e instituições de pequeno porte.

Em Santa Catarina o método atingiria o objetivo da interiorização do produto em menos tempo e de maneira eficaz, sem riscos.

Em Portugal, a comitiva catarinense gostou do viu e já celebrou um acordo de cooperação técnica. Lá, todos viram como a rede de distribuição foi implantada e a que custo. O sentimento é um só: é viável.

O bom nisso tudo é de que em breve também poderá ser utilizado por consumidores comuns, em suas próprias residências, não somente nas indústrias e pelo setor automotivo.

A rede irá ser construída através da perfuração direcional, sem a necessidade de escavações nas ruas, numa extensão inicial de aproximadamente oito quilômetros, a começar pelo Posto Petrolages até o Café Guidalli, no bairro Triângulo. As obras devem iniciar em novembro, próximo, com a previsão de conclusão em 14 meses.

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