Cartilha de prioridades regionais entregue a candidatos (as)

Uma atitude pertinente em tempos de eleições. Dar praticidade às prioridades para o Estado, através de um documento, é uma forma de mostrar que as entidades estão e estarão atentas aos mandatos de quem quer que se eleja.

Em Florianópolis, cerca de 20 candidatos participaram do evento, ocorrido na sexta-feira, 16, na sede da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc).

A Cartilha Voz Única está sendo repassada agora, antes do pleito, a todos os proponentes a um cargo eletivo. São questões que pontuam a educação, a tributação, a gestão pública, saúde, turismo, entre outras prioridades regionalizadas.

É desta forma que entidade tem procurado deixar a mensagem, a preocupação com a ação futura de nossos políticos nas esferas estadual e federal.

O objetivo é o de estimular o diálogo entre a entidade e o setor produtivo. Sim, um canal pensado para que se construa uma sociedade próspera, em conjunto.

Na noite desta segunda-feira (19), a entrega do documento aos candidatos serranos, aconteceu em Lages, na sede da Associação Empresarial (ACIL).

Correia Pinto, Lages, São Joaquim e Urubici são os municípios da Serra Catarinense que possuem Associação Empresarial na Serra Catarinense e elencaram na cartilha Voz Única da Facisc, pleitos para melhorar a qualidade de vida na região.

Pleitos Regionais

Além dos pleitos listados pela regional, foram apresentados pelo vice-presidente Regional, Antônio Carlos Floriani, os pleitos de cada cidade. Ele destacou a construção de terceiras pistas no trecho da BR 116 ao contorno viário de Florianópolis (BR 101) e o concessionamento da BR 282, a efetivação do edital de construção das zonas de processamento e exportação (ZPE), o asfaltamento da rodovia SC 284 entre Palmeira e Correia Pinto, o uso e ocupação do solo no bioma Mata Atlântica e o fortalecimento do Código Ambiental Catarinense, frente às notificações do IBAMA, na Serra, e o anel viário em São Joaquim. 

Diálogo da Indústria com candidatos ao Governo de SC

Na mesma linha da Facisc, nesta quinta-feira (22), a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), promove encontro com sete candidatos confirmados, ao Governo do Estado. A participação deles leva em conta os partidos que têm representação na Assembleia Legislativa.

O objetivo é ouvir dos candidatos as suas propostas, levando em consideração a Carta da Indústria, que será entregue a cada um dos proponentes ao Governo.

O documento, elaborado pela FIESC, contempla demandas do setor produtivo para as próximas gestões nos Executivos e Legislativos estadual e federal. O Diálogo está previsto para começar às 09h30, na sede da entidade.

FIESC edita Carta da Indústria e pede diálogo com candidatos

Os industriários catarinenses, representados pela Federação das Indústrias (FIESC) estão atentos aos passos da política estadual, e querem assegurar responsabilidades para o desenvolvimento do setor junto aos candidatos ao Governo de Santa Catarina. Nesta segunda-feira (5), lançou a edição 2022, da Carta da Indústria, com propostas também para o Legislativo.

O presidente da FIESC, Mário César Aguiar, presentou a Carta aos assessores dos candidatos (foto: Filipe Scotti)

As ideias contidas no documento estão estruturadas de modo a buscar o equilíbrio entre o estímulo à atividade econômica e a sustentabilidade de uma forma inovadora. O documento pode ser visto em fiesc.com.br/carta.

E, avançando na inclusão das propostas, no dia 22 de setembro está previsto o denominado Diálogo da Indústria, na sede da FIESC, às 9h30.

O encontro tem presença confirmada dos sete candidatos cujos partidos possuem representação na Assembleia Legislativa de Santa Catarina: Carlos Moisés (Republicanos), Décio Lima (PT), Esperidião Amin (PP), Gean Loureiro (União Brasil), Jorge Boeira (PDT), Jorginho Mello (PL), Odair Tramontin (Novo).

Posicionamento da indústria para as eleições 2022

A classe política, especialmente os candidatos, e de todas as esferas, devem se atentar para o posicionamento da Federação das Indústrias (FIESC). Nesta sexta-feira, 19, aprovou dois documentos relacionados ao processo eleitoral de 2022. O primeiro é a Carta da Indústria, que apresenta as propostas do setor aos candidatos, e o outro é o posicionamento do setor sobre o debate político em curso. 

A entidade entende que neste momento decisivo para o País, a indústria de Santa Catarina reafirma a sua crença e o seu compromisso com a livre iniciativa e a liberdade econômica. O que está explicitado nos documentos, é o que a Nação mais deseja, de que eleição seja pacífica, e principalmente garanta a segurança do eleitor e o respeito a sua vontade, num processo confiável e auditável. Simples assim. Reforço mais uma vez, para deem atenção ao conteúdo da Carta.

FIESC: situação entre Rússia e Ucrânia exige cautela

Conflito envolvendo Rússia e Ucrânia demanda prudência e um acompanhamento muito atento dos desdobramentos, destaca o presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar.

Ele entende que há um risco iminente de elevação dos custos logísticos e de frete, impactando o comércio exterior de Santa Catarina e do Brasil, especialmente para insumos industriais importados dos dois países.

Leia mais https://bit.ly/ConflitoRussia-Ucrânia.

Acompanhe em vídeo a fala do presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, sobre o assunto 👇

Proposta do piso salarial regional é entregue ao Governador

Representantes das federações empresariais, das centrais sindicais e das federações de trabalhadores de Santa Catarina entregaram ao governador do estado, Carlos Moisés da Silva, a proposta de consenso de atualização do mínimo regional para 2022.

O encontro foi realizado nesta quarta-feira, dia 26, em Florianópolis. Agora a proposta será transformada em projeto de lei e encaminhada à Assembleia Legislativa para aprovação.

Os valores estabelecidos para as quatro faixas do piso são de R$ 1.416, R$ 1.468, R$ 1.551 e R$ 1.621.

As faixas salariais

O valor de R$ 1.416 para a primeira faixa, válida para os setores da agricultura e pecuária, indústrias extrativas e beneficiamento, empresas de pesca e aquicultura, empregados domésticos, construção civil, indústrias de instrumentos musicais e brinquedos, estabelecimentos hípicos e empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral (exceto motoristas).

A segunda faixa será de R$ 1.468 e integra as indústrias do vestuário, calçados, fiação, tecelagem, artefatos de couro; papel, papelão, cortiça e mobiliário, além das distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas (bancas), vendedores ambulantes de jornais e revistas, administração das empresas proprietárias de jornais e revistas e empresas de comunicações e telemarketing.

Para a terceira faixa, o valor será de R$ 1.551 aplicável aos trabalhadores das indústrias químicas e farmacêuticas, cinematográficas, alimentação, comércio em geral e empregados de agentes autônomos do comércio.

E a quarta faixa é de R$ 1.621, aos trabalhadores nas indústrias metalúrgicas, mecânicas, material elétrico, gráficas, de vidros, cristais, espelhos, joalheria e lapidação de pedras preciosas, cerâmica de louça e porcelana, artefatos de borracha; empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito; edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, em turismo e hospitalidade; estabelecimentos de ensino, de cultura, de serviços de saúde e de processamento de dados, além de motoristas do transporte em geral.

(foto: Filipe Scotti)

Luta por investimentos nas rodovias federais em SC

 Lages e suas entidades representativas não vão se furtar em apoiar a causa para melhores condições das rodovias federais que cortam a Serra Catarinense, em especial as BRs 282 e 116.

Nesta segunda-feira (13), em evento híbrido, empresários, líderes políticos e representantes de entidades na Associação Comercial e Industrial de Lages – ACIL, discutiram a problemática.

 A ação é uma parceria da FIESC com o Grupo ND. Na ocasião, o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, apresentou dados relacionados à visão da entidade sobre a logística catarinense.

Já o vice-presidente da FIESC na Serra Catarinense, Israel Marcon, destaca a iniciativa do evento que marca esses pontos para a sociedade e pede que os catarinenses ajudem a cumprir a meta de duas milhões de assinaturas no abaixo-assinado digital que reivindica maiores e melhores aplicações de recursos no estado.

No levantamento da FIESC, em uma década, foi gerado um custo social de cerca de R$ 1,8 bilhão utilizado em acidentes. Um recurso que está justificando a cobrança por investimentos que garantam eficiência e segurança nas rodovias.

Fotos: Jonatan Mota – Assessoria FIESC Serra Catarinense

FIESC lança abaixo-assinado por investimentos nas BRs

Evento será na sede da FIESC, em Florianópolis, no dia 29/11, às 11h30, com a presença de lideranças empresariais, de autoridades e de representantes da sociedade civil. A iniciativa marca a nova fase da campanha “SC Não Pode Parar”.

Rodovias de SC estão congestionadas a qualquer hora (foto: Heitor Pergher)

A campanha que tem o apoio do Grupo ND vem través de um abaixo-assinado virtual, chamado de SOS Rodovias, para mobilizar a sociedade e autoridades por mais investimentos nas rodovias federais catarinenses.

A iniciativa marca a nova fase da campanha “SC Não pode Parar”, que se iniciou em julho e vem mostrando a situação precária das BRs que cortam o estado, além dos caminhos para avançar na área de infraestrutura de transportes.

O encontro reunirá lideranças empresariais, políticas e representantes da sociedade civil, na sede da Federação, em Florianópolis. Em função dos protocolos de segurança sanitária, a reunião presencial é restrita a convidados, mas será transmitida pelo YouTube da FIESC.

Primeiro compromisso de Bolsonaro em solo catarinense

Em nova visita do presidente Jair Bolsonaro a Santa Catarina, nesta sexta e sábado, dias 6 e 7 de agosto, o primeiro compromisso dele foi uma reunião na Fiesc, pela manhã, em Joinville.

No encontro com o presidente da República, Jair Bolsonaro, o presidente da Federação das Indústrias (FIESC), Mario Cezar de Aguiar, defendeu investimentos em infraestrutura, a realização de reformas estruturantes e de um novo pacto federativo.

“Temos um grande paradoxo. Santa Catarina contribuiu com R$ 70 bilhões em impostos federais e recebe um retorno de menos de 20% deste valor. O resultado dessa distorção, que é histórica, é a precariedade da nossa infraestrutura de transporte, comprometendo nosso presente e ameaçando nosso futuro. Definitivamente, o País precisa de um novo pacto federativo”, afirmou Aguiar, no evento, realizado em Joinville, nesta sexta-feira, dia 6.

Documento

No encontro, a Federação das Indústrias (FIESC) e a Associação Empresarial de Joinville (ACIJ) entregaram documento ao presidente da República em que reforçam a defesa por mais investimentos do governo federal em SC e levantam uma série de questões importantes para que o estado possa manter sua contribuição ao País com geração de riqueza, impostos e divisas.

Entre os pontos destacados, além de pedir mais atenção à infraestrutura (rodovias, ferrovias e portos), as entidades empresariais chamam atenção para aspectos como a segurança jurídica na área ambiental, as reformas administrativa e tributária e defendem a implantação de uma política industrial para que o setor possa seguir gerando empregos e desenvolvimento.

Informações e fotos: Assessoria de Imprensa da FIESC