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O presidente da Assembleia de Santa Catarina tem se destacado pelo modo da condução da Casa, agindo com austeridade.

Criação do fundo foi anunciada em entrevista coletiva pelo presidente da Alesc, deputado Gelson Merisio
FOTO: Fábio Queiroz/Agência AL
Recentemente, anunciou uma economia referente ao ano de 2015, em torno de R$ 100 milhões de reais, e manteve os recursos a aplicados, à espera da utilização da melhor forma possível, ao invés de simplesmente devolver aos cofres do Governo.
Em princípio até poderia parecer uma afronta, pois, divide a mesma sigla do governante Raimundo Colombo. Obviamente, não passou ileso, pois, teve pressão de todos os lados, especialmente para que se investisse em pontos estratégicos, como na saúde.
Sabe-se que Santa Catarina está também passando por diversos problemas no setor.
Diante de fadada necessidade ele encontrou uma alternativa política engenhosa, inteligente, ao propor a criação de um fundo voluntário e destinar inicialmente cerca de R$ 50 milhões aos hospitais filantrópicos, Hemosc e Cepom, aliviando a difícil situação das instituições, incluindo a realização das cirurgias eletivas, que estavam sendo suspensas.
Caso o projeto seja aprovado, os contribuintes poderão fazer doações em troca de abatimento no imposto de renda, mas a principal fonte de recursos, em caso de sobras, seriam as devoluções financeiras feitas pela Assembleia, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas e Ministério Público de Santa Catarina, que recebem do Executivo o duodécimo.
Uma estratégia que renova o conceito da política, auxiliando um segmento que vinha sendo penalizado pela crise, e que também coloca o deputado e presidente da Alesc, numa condição de salvador das entidades filantrópicas que estão à deriva devido à catastrófica gestão do Governo Federal.



