Violência contra a mulher: um tema que requer atenção

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De janeiro de 2014, até abril de 2015, dados apontam 5 mil 662 Boletins de Ocorrência no meio Policial de Lages, sendo que, 40% ligados à violência contra a mulher.

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Mesmo com os pedidos de medidas protetivas feitas à Justiça, exatos 697, lamentavelmente, cinco mulheres morreram.

A partir desses alarmantes números, a constatação: Lages é a cidade que mais agride a mulher em Santa Catarina.

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Vice-presidente da Frente Parlamentar e única vereadora da atual legislatura, a 17ª, Aida Hoffer (PSD) relata que a dificuldade que a mulher sofre não é apenas a física, mas psicológica, a de aspecto moral. Ela ressaltou o problema no ambiente político.

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Em busca de ações práticas

A Câmara de Vereadores, através da Frente Parlamentar pelo Fim da Violência Contra a Mulher, deu início na última quinta-feira (18) a uma série de audiências públicas itinerantes sobre o tema. O pontapé inicial foi dado no colégio Pinto Sombra, bairro Guarujá.

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O vereador Domingos argumenta de que é possível criar um exército pelo fim da violência, desde que haja engajamento na luta.

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Cartilha

É mais um instrumento para que a mulher possa se defender, pois, apresenta meios para isso, telefones e contatos. Assim, 50 mil cartilhas serão distribuídas à população nas reuniões e mediante as entidades parceiras.

A segunda audiência acontece na próxima quinta-feira, 25, no auditório da Unifacvest.

(Fotos: Elisandra Pandini)

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