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Desde que a Operação Águas Limpas foi desencadeada em Lages, e o prefeito Elizeu Mattos foi afastado, o Município vive o dilema da interinidade.
O vice, Toni Duarte, tem se esforçado para dar a Lages uma dinâmica administrativa que possa dar a tranquilidade nos projetos em andamento. Infelizmente as coisas não são bem assim.
Como interino, há sim limitações, embora a gestão seja legalmente do vice, mas em meio à insegurança. Sem falar nos problemas internos.
Nos cargos de confiança têm as correntes para um e para outro lado. Por fim, uma lástima Lages estar vivendo uma preocupante crise econômica, administrativa e política.



