Eleição de Trump: assunto dominante no mundo e aqui

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Passei boa parte desta quarta-feira (6), vendo e ouvido as mais diversas opiniões e informações a respeito da eleição de Donald Trump, na Presidência dos Estados Unidos da América. Quem não gostou, pouco se manifestou. Por outro lado, os que gostaram não esconderam a satisfação.

Deputada Caroline de Toni / Foto: Ascom Câmara dos Deputados

Vou me ater a uma única opinião que define basicamente o sentimento dos conservadores e da direita, a da deputada federal Caroline De Toni (PL) ao participar de uma entrevista via redes sociais. Conforme ela, a vitória de Trump reanima a todos no Brasil, inclusive, a questão envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, e que vai trazer certa pressão internacional.

Para ela, os Estados Unidos presam muito pelas liberdades individuais, e os políticos americanos sabem da realidade vivida hoje no Brasil. A eleição de Trump aponta para uma verdade incontestável: a sociedade não tolera abusos e cerceamento das liberdades individuais.

Enfim, não se tem nenhuma dúvida que a influência de Trump irá recair às questões de insegurança no Brasil. Para De Toni, a vitória de Trump significa o maior movimento político de todos os tempos! Destaco ainda, a atitude do governador Jorginho Mello (PL), entre outras lideranças do Estado, que parabenizaram o novo presidente Norte Americano.

Retorno à Casa Branca

Observadores como Hugo Garbe, professor de Ciências Econômicas do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas (CCSA) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), comenta de que a vitória de Donald Trump marca um retorno polêmico à Casa Branca e revela o crescente descontentamento com o governo de Joe Biden, especialmente em questões econômicas e de segurança.

Mesmo enfrentando uma forte rejeição, Trump conseguiu mobilizar eleitores desiludidos, incluindo simpatizantes de Kamala Harris, insatisfeitos com a falta de resultados da administração do democrata. Disse ainda que Trump, durante a campanha, explorou esse sentimento, prometendo políticas de comércio e segurança que restaurariam a posição de liderança dos EUA no mundo. Sua visão de “America First” resgatou o apoio daqueles que acreditam que o país precisa de uma abordagem mais assertiva e competitiva para retomar sua influência global.

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