Internação involuntária: assunto deixado de lado em SC?

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Chapecó parece ser a única cidade a estar levando a sério, a necessidade da internação involuntária. Diga-se de passagem, pela necessidade e pela perseverança pessoal do prefeito João Rodrigues (PSD).

Deputado Ivan Naatz (PL) é o autor do Projeto de Lei (PL) 85/2022, que institui o Programa Estadual Saúde sem Drogas em SC / Foto: Rodolfo Espínola / Agência AL

Enquanto isso, em outras cidades como Florianópolis, Criciúma e São José, que também levantaram a possibilidade da atuar na mesma ação, estão aparentemente inertes. Até mesmo um projeto que estava em trâmite na Assembleia Legislativa, proposto pelo deputado Ivan Naatz (PL), não avançou.

A questão merece obviamente uma discussão mais ampla em todo o território catarinense. Embora o tema seja polêmico, os proponentes precisam enfrentar a contrariedade de opiniões.

No entanto há quem prefira simplesmente ser contra, mesmo que signifique a condenação de quem está nas ruas e morrendo à mercê dos vícios. Chapecó é exemplo. Que siga no modelo radical, mas com bons resultados, devolvendo a vida para muitos, especialmente, ao convívio com a família e ao meio profissional.

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