Share this
Chapecó parece ser a única cidade a estar levando a sério, a necessidade da internação involuntária. Diga-se de passagem, pela necessidade e pela perseverança pessoal do prefeito João Rodrigues (PSD).

Enquanto isso, em outras cidades como Florianópolis, Criciúma e São José, que também levantaram a possibilidade da atuar na mesma ação, estão aparentemente inertes. Até mesmo um projeto que estava em trâmite na Assembleia Legislativa, proposto pelo deputado Ivan Naatz (PL), não avançou.
A questão merece obviamente uma discussão mais ampla em todo o território catarinense. Embora o tema seja polêmico, os proponentes precisam enfrentar a contrariedade de opiniões.
No entanto há quem prefira simplesmente ser contra, mesmo que signifique a condenação de quem está nas ruas e morrendo à mercê dos vícios. Chapecó é exemplo. Que siga no modelo radical, mas com bons resultados, devolvendo a vida para muitos, especialmente, ao convívio com a família e ao meio profissional.




