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O pedido de impeachment do presidente Lula foi protocolado pelo deputado Ubiratan Sanderson (PL/RS), está baseado no convite feito ao presidente e ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, que por sua vez, é acusado pelos Estados Unidos de narcoterrorismo; de ter declarado que a Venezuela é vítima de “narrativas”, construída por opositores, e pela indicação do advogado pessoal Cristiano Zanin, para ocupar vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).
Esses três elementos constituem crimes de responsabilidade, afirmam os deputados, que endossam uma lista de 48 assinaturas. Até março de 2023, a Câmara já havia registrado seis pedidos de impeachment do presidente Lula. No entanto, a abertura do processo precisa ser avalizada pelo presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL).
Na lista de assinaturas, há, em sua maioria, a presença de parlamentares de oposição e identificados com o ex-presidente Jair Bolsonaro. No entanto, destes, quatro que assinaram são filiados a partidos da base aliada do governo e têm ligações no comando de oito ministérios.



