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Penso que não resta ao Executivo, abrir uma nova perspectiva quanto ao Programa Universidade Gratuita, retomando a conversa com as universidades particulares com fins lucrativos. Jorginho Mello (PL), bem sabe que poderá perder politicamente, caso mantenha a proposta que atende apenas o sistema Acafe.

Pelo projeto, as integrantes da Ampesc terão direito de 20% das verbas públicas, enquanto que as ligadas à Acafe ficam com a fatia de 80%. Por outro lado, o programa, entregue pessoalmente pelo governador no dia 16 de maio, aos deputados, na Alesc, já está tramitando nas comissões, mas sem deixar de ser alvo de muita polêmica e discussões. A previsão é de que o texto seja lido em plenário no próximo dia 13 de junho, e comece a tramitação.
Antes, porém, o Governo do Estado terá de responder ao do Tribunal de Contas do Estado, o pedido de envio de documentos, visando esclarecer o detalhamento do Programa.



