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Santa Catarina não merece o vexame que vem sendo proporcionado pelas prisões de prefeitos, alguns suspeitos e outros já réus, por crimes funcionais de corrupção e lavagem de dinheiro no serviço de coleta de lixo.
Durante a 4ª fase da Operação Mensageiro, semana passada, mais oito gestores municipais foram presos. Complicado. A sociedade quer saber até onde a corda será esticada, e qual o nó que irá amarrar o final do processo.
Até agora, foram cumpridos 196 mandados de busca e apreensão e 40 mandados de prisão preventiva. Nesta fase, apenas um mandado não foi cumprido pelo fato de que um dos alvos se encontra no exterior, ou seja, o prefeito de Guaramirim, Luis Antonio Chiodini (PP).
De resto se somam aos sete presos nas fases anteriores da Operação, mais oito prefeitos: de Três Barras; Bela Vista do Toldo; Major Vieira; Corupá; Ibirama; Massaranduba; Imaruí; e de Schroeder. A investigação em curso há mais de um ano pela Subprocuradoria-Geral da Justiça para Assuntos Jurídicos do MPSC, em conjunto com o Gaeco e Geac, parece estar longe do fim.
Enquanto isso, comunidades, por enquanto, de 15 municípios não escondem a revolta e a vergonha.
Foto: divulgação MPSC



