CPI na Alesc da Operação Mensageiro agita bastidores

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A proposição do deputado Sargento Lima (PL) para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), na Alesc, para dar clareza ao que vem acontecendo nos municípios, e que está ganhando notoriedade através da Operação Mensageiro, está também mexendo com os bastidores da política catarinense.

Deputado Sargento Lima (PL) / Foto: Rodolfo Espínola / AgênciaAL

A CPI, para ser instalada vai precisar de 14 assinaturas. Algo que, teoricamente não será difícil. No entanto, um passo desses também mexe com partidos e com aliados nos municípios, muito embora, a população queira saber, independente de o deputado Lima ganhar dividendos e holofotes.

Um processo assim incomoda diversas cabeças da política do Estado, pois, pode escancarar participações de servidores, e por certo, expor ainda mais prefeitos de renome, como o de Antonio Ceron (PSD), de Lages, e de Joares Ponticelli (PP), de Tubarão.

Sendo assim, no andar das investigações correligionários deverão ser atingidos, e regionalmente pode respingar em pessoas que a gente nem imagina, e até mesmo em gabinetes do Parlamento.

Seja como for, os deputados estão em uma situação melindrosa, mas ao mesmo tempo, diante de uma necessidade, em que a população vai querer respostas. Como então negar a abertura da CPI, sem criar suspeitas ou manchar a reputação?

Enquanto isso, em Lages, o processo está encaminhado. As seis assinaturas para abertura de CPI para investigar os contratos terceirizados com a Semasa, estão garantidas, e o requerimento pronto para ser protocolado.

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