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O jovem vereador Jair Junior (Podemos) cumpriu a promessa de protocolar o pedido de impeachment contra o prefeito Antonio Ceron, por ele estar preso, sob a suspeita de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo, a partir da Operação Mensageiro.

O vereador ocupou a tribuna na sessão desta segunda-feira (6) exigindo que o seu pedido fosse votado, mesmo sem estar pautado.
Contrariado pela posição do presidente da Casa, quebrou o decoro, ofendeu Aldori Freitinhas diversas vezes, acusando-o de cúmplice de corrupção e de barrar o encaminhamento do impeachment; sem falar do constrangimento imposto ao Presidente acusando de desconhecer o regimento interno; de ter o “rabo preso”; por não saber escrever, entre outras ofensas. Em resumo, humilhou o Presidente da Mesa.
Não sou advogado, mas Jair Junior é. No entanto, sei que um processo de impeachment não é aberto no grito. Precisa seguir todos os trâmites legais, embora qualquer pessoa possa pedir o impeachment.
Poderia ter trabalhado a ideia da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), o que seria mais apropriado no momento.



