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Segundo e entidade, se trata de um Manifesto Técnico de entidades participantes do COES e outras instituições relacionadas com decreto governamental que desobriga o uso de mascaras em escolas.

O posicionamento é pela manutenção da obrigatoriedade do uso de máscaras em espaços públicos, sobretudo em escolas.
O argumento é de que há coberturas vacinais insuficientes para que o registro de casos de covid-19 não volte a aumentar rapidamente. Além disso, ainda não se sabe o impacto que o carnaval pode ter gerado na transmissão de casos.
Portanto, a cobertura vacinal entre as crianças ainda é baixa em primeira dose, e poucas delas já tem o esquema completo, além da percebida resistência de diversos pais em vacinar seus filhos, em decorrência de desinformação científica e posicionamentos negacionistas de parte da sociedade.
Aumento de casos em crianças
A Fecam também considera o aumento de 1.209%, de casos de Covid-19 confirmados e de 1.433% de internações em leitos de UTI em crianças de 0 a 11 anos nos últimos dois meses e ponderando sobre a insegurança do trajeto epidemiológico nas próximas semanas, pede-se que haja maior transparências entre as decisões de gestão e os fóruns de debates criados com finalidade técnica.
Por fim, pondera de que essas decisões impactam diretamente na organização do trabalho e na vida das pessoas, restando às pessoas e entidades responsáveis pela saúde dos catarinenses o manejo de tal contrariedade.
O posicionamento da entidade também se dá pelo fato de várias cidades brasileiras estarem adotando o fim do uso da máscara. Em Santa Catarina, Chapecó e Rio do Sul foram as primeiras a decretar a medida no âmbito municipal, exceto em estabelecimentos de saúde.



