Carlos Moisés e a construção política do Plano 1000

Share this

Uma estratégia inteligente. Primeiro porque o Governo de Santa Catarina está sabendo explorar a origem dos recursos a serem destinados aos municípios, e não o faz, de forma irresponsável. Tem a fonte e a disponibilidade.

Faz parte do jogo. E, a política entra firme no propósito. Nas entrelinhas, o governador Carlos Moisés tem dito que o dinheiro será para aplicar nos próximos anos.

O que isso quer dizer? Obviamente que ele pensa na reeleição. O dinheiro não será disponibilizado categoricamente todo, em 2022. É para ser canalizado nos próximos anos. Eis aí a estratégia política bem delineada.

Aliás, no advento da inauguração do Mercado Público, em Lages, no último dia 4 de dezembro, ele disse em entrevista à imprensa de que precisa de mais cinco anos para concretizar todos os projetos. Contando, obviamente, como seu último ano, 2022, deste primeiro mandato, e mais quatro, sendo reeleito.

Diante da construção de elementos participativos nos municípios, com farta distribuição de recursos, prefeitos de todas as regiões já se mobilizam em favor dele. Reconhecimento, claro, e também por garantia de que os recursos vão realmente entrar nos cofres dos municípios.

Enfim, não há dúvida de que Carlos Moisés aprendeu no transcorrer de seu mandato, como governar e como agradar os munícipes, tendo para isso, que buscar assessorias e parcerias que em muito colaboraram para esse sucesso atual. Cite-se o oestino Eron Giordani, na Casa Civil.

Diante de tudo o que está ocorrendo de positivo nas ações do Governo do Estado, fica agora a dúvida de quais serão as proposições aos eleitores, dos pré-candidatos a governador, e que sejam ainda melhores das do que hora se apresentam, pelo bombeiro.

Fotos: Julio Cavalheiro/ Secom / Peterson Paul/Secom

Deixe um comentário

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.