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Não se trata de um evento comum, obviamente. Em jogo a disputa pela cadeira de comando de um dos mais importantes estados do território nacional. Santa Catarina é um Estado de excelência. A grande pena tem sido a instabilidade administrativa e política vivida nestes últimos meses, e não devido à pandemia do coronavírus, mas sim, pelos julgamentos de impeachment que rondam o titular Carlos Moisés (PSL). E, nesta sexta-feira (7), o desfecho do segundo pedido de impeachment, mais sério, o do caso dos 200 respiradores.
Desdobramentos
Não é desconhecido todo o envolvimento de articulação para que os desdobramentos finais recaiam em vitória a um dos dois principais interessados: a vice e hoje interina, Daniela Reinehr (sem partido), ou do titular afastado, Carlos Moisés (PSD). Do lado da vice, o movimento de articulação é mais evidente.
De viagens de contatos e pedidos de apoio em Brasília, a ações, tipo a do deputado estadual Laércio Schuster (PSB), dono do voto que afastou Carlos Moisés do Governo, na tentativa de fazer com que o julgamento de sexta seja postergado.
Como não obteve respaldo do presidente do TJSC, o desembargador Ricardo Roesler, para que provas sejam juntadas, além de que se faça o interrogatório do Governador, Schuster recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ainda não se tem posição.



