Promotoria encaminha pedidos à Prefeitura

Visando atender algumas demandas do município de Lages referentes às moradias em área verde e o trabalho de drenagem pluvial em terrenos particulares, o prefeito Toni Duarte recebeu o promotor de Justiça, Renee Cardoso Braga, na manhã desta quarta-feira (2), o procurador geral do município, Maurício Batalha, acompanhou a reunião.

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A intenção é manter o bom relacionamento da prefeitura com o Ministério Público de Santa Catarina, para a execução de serviços indispensáveis a população.

As propostas trazidas pelo promotor serão avaliadas junto à equipe técnica da prefeitura e serão apresentadas alternativas para a execução dos trabalhos.

Por fim, importante lembra que em breve, a prefeitura deve lançar a ouvidoria digital.

(Foto: Cao Ghiorzi)

Manejo da araucária é tema de debate

O debate é válido. É a partir dele que surgem informações para quem sabe, um dia, os entendidos do assunto em Brasília, possam também ceder, e ouvir o que significa manejo.

Portanto, a iniciativa de expor o tema, através de um debate, ato que ocorreu em Lages, nesta última quarta-feira (8), pode alcançar êxito.

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Afinal, na discussão participaram pessoas capacitadas, como o secretário de Agricultura, Moisés Savian, professores e pesquisadores da Udesc, e ainda convidados como engenheiros agrônomos e florestais, produtores rurais, sindicalistas e outras autoridades, entre elas o promotor da Curadoria do Meio Ambiente de Lages, Renee Braga. Também policiais militares ambientais e o gerente de Agricultura da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional (SDR), Denilson Padilha.

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Manejo

professorO projeto de pesquisa “Manejo de Espécies Florestais”, viabilizado pelo professor n doutor na área de manejo, enfatiza que o objetivo do estudo não é fazer apologia ao corte da araucária, mas acima de tudo promover a discussão, inicialmente técnica, levando-se em conta o ponto de vista da legislação ambiental e do desenvolvimento que o manejo sustentável da espécie florestal em questão poderá gerar.

O estudo é profundo sobre a floresta ombrófila mista e fragmentos florestais (matas remanescentes), tendo como foco a araucária angustifólia (pinheiro-brasileiro), para perspectiva do crescimento e manejo da espécie.

O objetivo da pesquisa é o conhecimento sobre o uso adequado do recurso florestal.

(Fotos: Marcio Avila)

Em busca de solução para o velho Aristiliano

Uma reunião importante ocorreu na tarde desta terça-feira (31), entre o prefeito interino Toni Duarte, o secretário de Estado do Desenvolvimento Regional (SDR), João Alberto Duarte, e oo promotor de Justiça, Renee Cardoso Braga, justamente no prédio da antiga Escola de Educação Básica (EEB) Aristiliano Ramos, no Centro de Lages.

reuniãoA intenção é buscar, através do consenso entre a Administração Municipal, Governo do Estado e Ministério Público, uma finalidade para o prédio.

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A posição do prefeito interino

“A revitalização completa do Centro da cidade depende da revitalização da Praça João Costa e, para isso, conforme previsto no projeto da obra, a melhor solução seria a remoção do prédio e toda a estrutura do local. Mas, se a decisão for pela permanência, o projeto deverá ser readequado”.

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Posição do Secretário João

De acordo com o secretário João Alberto, o posicionamento do governo do Estado é pela retirada do prédio. Mas se a decisão for manter a estrutura em pé, nós nos readequaremos de acordo com as normas do Ministério Público”.

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Posição do Ministério Público

“Segundo o promotor de Justiça, Renee Cardoso Braga, é que seja preservada a estrutura do colégio, já que muitas instituições técnicas afirmam que o mesmo representa um patrimônio histórico cultural de Lages e Santa Catarina. “Nossa atuação é técnica. Propusemos a ação com base nesse material.

Uma prova pericial atestando o valor do bem foi apresentada e, paralelo a isso, a Fundação Catarinense de Cultura iniciou o processo de tombamento do bem público. Agora o que queremos é que o Estado cumpra a decisão judicial e preserve-o para a comunidade”.

Acessibilidade: assunto merece mais atenção

Refiro-me ao projeto de resolução que será apresentado na Câmara de Lages com o objetivo de criar uma frente parlamentar para acompanhar assuntos relacionados à acessibilidade e emprego e, também, mobilidade urbana.

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 A medida está sendo proposta pelo vereador Gerson dos Santos (foto), que provoca assim, o debate sobre acessibilidade e mercado de trabalho para deficientes.

Ainda é sério o descaso. Entre as reclamações estão problemas de infraestrutura na cidade e casos de discriminação.

Os vereadores reconhecem que os problemas de mobilidade dos deficientes em Lages, e bastante sério. Todos estão abertos ao debate. Aliás, mais que isso, é necessária a prática.

Termo de Ajustamento de Conduta

O promotor titular da 13ª Promotoria de Justiça, Reneé Cardoso Braga, afirmou que em novembro de 2010, o Ministério Público e o governo municipal firmaram um Termo de Ajustamento de Conduta – TAC, para regularização da acessibilidade. “Quatorze meses foi o prazo para que o município regularizasse a questão em seus prédios, mas o acordo não foi cumprido”.

Renné foi além, disse que nem mesmo o Fórum de Lages possui acessibilidade. De acordo com ele, o prédio está agora, somente agora, recebendo obras para melhoria de acesso de pessoas com problemas de mobilidade.

Para o promotor, assim como para os vereadores e as associações uma das soluções está em reforçar a estrutura de fiscalização.

 Alvará só para quem tem acessibilidade no local

Quanto o direito ao trabalho, garantido por lei, assim como o direito de ir e vir, o promotor, sugere que, para expedição do alvará pela prefeitura para que estabelecimentos comerciais funcionem, seja exigida a existência de acessibilidade no local e, também, comprovação de que ele cumpre a legislação no que tange garantia de trabalho para a pessoa com deficiência.

 Cadastro

O secretário Municipal do Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Luiz Carlos Pinheiro, disse que ainda são poucos os deficientes cadastrados no Banco do Emprego.

Pinheiro reconheceu que o local onde está localizada a secretaria ainda não está totalmente acessível para pessoas com dificuldade de locomoção, mas se comprometeu em fazê-lo.

Condições de vida

O presidente da Federação Catarinense dos Deficientes Físicos, Volsil Waltrick, alegou que quando se fala em acessibilidade, se fala de algo muito mais amplo do que acessar uma loja ou repartição pública, mas garantir o acesso à vida, dar condições de vida.

Utilização da linguagem de sinais

A audiência Pública que debateu o direito das pessoas com deficiência à acessibilidade e mercado de trabalho contou com um intérprete em libras.

A medida proporcionou que pessoas com deficiência auditiva pudessem acompanhar a discussão.

O uso da linguagem já foi sugerida na Câmara, e agora passa a ser melhor analisada.