Servidores da UPA protestam, e Prefeito fala em terceirizar

Na manhã desta sexta-feira (24), todos os funcionários da UPA24hs fizeram um protesto, alegando falta de condições de trabalho.

O serviço de um modo geral da UPA tem sido motivo de muitas críticas, e motivado reuniões por parte do município, atribuindo o problema, também, à superlotação de pacientes vindos de toda a Serra.

Terceirização

O prefeito de Lages, Antonio Ceron, via redes sociais afirmou que nos últimos dias ouviu muitos relatos sobre a UPA 24H.

Ainda nesta sexta, recomendou ao Secretário Municipal de Saúde, Claiton Camargo, que detalhe imediatamente os dados da UPA para tentar viabilizar a terceirização do serviço.

Segundo ele, essa é uma alternativa que atende a legislação e que se constitui numa hipótese de buscarmos oferecer um serviço de saúde melhor para o lageano.

“O que isso tudo significa? Uma empresa especializada em saúde assumiria a gerenciamento de atendimento, incluindo disponibilidade de médicos, servidores e outras providências. O município pagaria, exigindo a prestação do serviço”, ressaltou.

Empresários lojistas protestam contra lockdown em Lages

Ainda no domingo dirigentes das entidades de classe demonstraram contrariedade ao Decreto Municipal de Lages que estabeleceu o lockdown a partir da zero hora desta terça-feira (9).

A contrariedade os levou ao protesto, na tarde desta segunda-feira (8), na Praça da Catedral, bem ao lado da Prefeitura.

A CDL Lages está ciente do colapso no sistema de saúde do município, mas entende que a solução do problema não está no lockdown, referendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que não recomenda esta ação.

A entidade entende que todo o manifesto pelo bem comum de sociedade, realizado de forma pacífica, ordeira é mais uma voz dos empreendedores.

Noutro argumento da diretoria da CDL Lages, é de que sempre esteve presente desde os primeiros momentos da pandemia no ano passado, e, diante desta nova crise criou por meio de seus integrantes, várias frentes de atuação para amenizar o impacto socioeconômico.

Seja como for, o manifesto desta tarde ratificou o posicionamento contrário da CDL Lages, contra o lockdown.

Por outro lado, o prefeito Antonio Ceron que sempre esteve lado a lado em parceria com os empresários locais, pode agora perder boa parte da interação conquistada ao longo dos anos. É o preço a ser pago, mesmo que tenha sustentação nos argumentos.

Fotos: Arnaldo Souza

Comerciários e comerciantes protestam pela volta ao trabalho

O Decreto do Governo do Estado prorrogando por mais cinco dias o isolamento social provocou reação em Lages. Nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (8), comerciantes e funcionários organizaram uma forma de protesto sem contrariar as normas de segurança.

Em frente às lojas, funcionários vestidos de preto, portando cartazes, com luvas, máscaras e numa distância segura deram o tom da necessidade de reabertura das lojas.

A Páscoa, sempre foi uma data em que o comércio teve bom faturamento, e manter fechado nestes dias, provocou a reação dos comerciantes que pediam a volta ao trabalho.

Foi um movimento pacífico e ordeiro. A alegação e de que podem trabalhar seguindo todas as recomendações de segurança. Pois, ninguém quer fugir da responsabilidade e nem contrariar as ordens de sanidade pública.

Mais tarde, no Calçadão da Praça João Costa, de joelhos o maior apelo publico.

Protesto de policiais militares reúne perto de 2 mil pessoas

Cerca de 2 mil praças, bombeiros e policiais militares foram às ruas de Florianópolis em protesto contra a defasagem salarial. Um fato que ocorreu pela primeira vez na história, promovido pela Associação de Praças de Santa Catarina (Aprasc).

O descaso do Governo em pelo menos dialogar levou a isso. Em assembleia eles decidiram, caso não sejam ouvidos e atendidos, deverão fazer uma espécie de operação padrão. A decisão foi unânime.

Nesta sexta-feira (31), os representantes dos militares deverão ter nova conversa com o Governo.

A categoria reivindica a incorporação do Iresa, uma espécie de indenização para quem está na ativa, a reposição inflacionária que está em torno de 35 a 40%, e a equalização na alíquota da proteção social dos praças.

Na caminhada os militares usaram nariz de palhaço e portaram faixas e cartazes, demonstrando todo o descontentamento por estarem há seis anos sem reposição. (Fonte: DI)

(Foto: Assessoria de Imprensa da Aprasc)

Carmen se une a protesto contra o estupro

A deputada federal Carmen Zanotto (PPS-SC) foi uma das parlamentares que participou dos protestos desta terça-feira (31) da bancada feminina no Plenário da Câmara dos Deputados.

Os atos reivindicavam os direitos das mulheres vítimas de violência diante do estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos, ocorrido no Rio de Janeiro, e da reação inicial das autoridades locais.

protesto

As deputadas portaram cartazes e faixas com frases de efeito condenado a violência contra as mulheres e exigindo que se combata a violência e o machismo.

O caso da jovem de 16 anos ganhou destaque depois da divulgação, pelas redes sociais, de vídeos e fotos em que a adolescente de 16 anos aparece nua em volta de homens, que se referem à ocorrência de um estupro.

Às autoridades, a vítima disse ter sido violentada por mais de 30 homens, mas a autoridade policial responsável pelo caso questionou a ocorrência do crime. Depois da reação negativa, houve mudança na condução do inquérito e prisão de suspeitos.

Para a deputada Carmen Zanotto, o fato propicia o debate para agilizar a tramitação do Projeto de Lei (PL 2265/2015) que propõe alteração no Código Penal Brasileiro apresentado no ano passado pela bancada feminina.

Informações e foto: Sionei Ricardo Leão

Domingo tem novo manifesto do Vem Pra Rua

O Movimento Vem Pra Rua Lages, ao lado de outros movimentos, fez história, ao colocar nas ruas de cerca de 240 cidades de todo o país, no dia 15 de março de 2015, mais de 2 milhões de pessoas.

vem pra ruaA reação do Governo Federal, naquela data e nos dias subsequentes, indicou claramente que a mensagem das ruas não foi ouvida no Palácio do Planalto e nem no Legislativo. Pior: no primeiro caso, houve uma tentativa clara de distorção desta mensagem.

Portanto, novo convite está sendo feito para o movimento Vem Pra Rua.

Será neste domingo, 12 de abril, em todo o território nacional.

O ponto de encontro, em Lages, será novamente em frente a estátua do Correia Pinto, a partir das 10 horas.

Algumas razões para irmos às ruas no próximo dia 15

vem-pra-rua2Faço uso de parte do manifesto escrito pelos empresários chapecoenses para dar ideia do porquê do ato que está sendo programado para o próximo domingo, dia 15 de março.

Num dos trechos, o relato diz que a economia brasileira está paralisada e aproxima-se celeremente um quadro recessivo.

A maneira irresponsável, incompetente, populista e eleitoreira com que o Governo Federal conduziu a economia nos últimos anos cobra, agora, a fatura.

Mais uma vez, quem pagará a conta dos desmandos são as classes que trabalham, produzem e pagam impostos.

Para tapar os furos de sua inabilidade, o Governo aumenta os tributos, a tarifa dos combustíveis, da água e da energia elétrica e, mais recentemente, dobra as alíquotas da contribuição previdenciária patronal sobre a folha de pagamento de salários.

Nessa mesma linha de descaso, a Câmara dos Deputados tentou ampliar os privilégios com passagens e diárias para cônjuges dos parlamentares, o que aumentaria em mais 112 milhões por ano, os já absurdos gastos do Legislativo Federal.

Cumpre-nos, pois, combater essa visão regressiva do processo político, que supõe que o poder conquistado nas urnas ou a popularidade de um líder lhe conferem licença para rasgar a Constituição e desonrar as promessas feitas.

É de se pensar!