Pouco antes da coletiva à imprensa, na manhã desta quarta-feira (17), para falar da programação da visita do vice-presidente Michel Temer, à Lages, o prefeito comentou a questão do projeto do Executivo enviado à Câmara de Vereadores na noite desta terça-feira (16), sobre o Piso Salarial da categoria.
A verdade, é que problema de relacionamento dos servidores da saúde com a administração municipal de Lages, já está chegando a um ponto difícil de aceitar. Nós, da imprensa, já não sabemos mais o que realmente dizer a respeito.
A cada dia surgem fatos novos. Esta semana, na terça-feira (17), o Executivo encaminhou à Câmara de Vereadores, o projeto que definiria os novos tetos salariais dos servidores, conforme a Lei Federal Nº 12.994, que fixa o valor do Piso em R$ 1.014,00 reais, entre outros requisitos como Promoção, Progressão e Avaliação de Desempenho.
Pois, o projeto do Executivo acabou não passando. O prefeito, alega que já havia formalizado um acordo com aumento de R$ 120,00, mais a incorporação por decreto do vale alimentação, de R$ 250,00.
Os funcionários dizem que a promessa era a de o piso salarial nacional do ACS, mais a manutenção do vale alimentação de R$ 210,00 reais.
Ainda por sua vez, a preocupação era de que nesta sexta-feira (19), na rodagem da Folha, era para estar a incorporação do novo piso dos servidores da Saúde.
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A política no processo
O prefeito Elizeu Mattos entende que a força política está impetrada em todas as ações, liderada por um vereador. “Acordos firmados devem ser cumpridos”, disse.
E, o debate que se deu na Câmara, na noite de terça, acabou sendo prejudicial aos servidores. “O que se faz é um discurso oportunista para aplauso fácil”, reiterou Elizeu.
Por fim, deixou no ar o caso de um ex-secretário municipal, que é servidor de carreira, mas que está afastado dos serviços na Prefeitura, amparado por licença médica, mas que, este servidor anda circulando por toda a parte, ou seja, o problema médico é só para o serviço.
Desta forma, prometeu revelar o nome da pessoa na semana que vem, juntamente com a abertura de um processo administrativo, para apurar todos os fatos da “doença”, que o afasta do trabalho.