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A maioria dos políticos, em dias de hoje, buscam na função, nada mais do que o poder, e a partir desse poder, o dinheiro fácil.
Portanto, quando se discute aliança, estão nesse meio de ajustamentos, todas as espécies de beneficies. Assim, os acordos se fecham.
Porém, como estamos acompanhando a “briga de aliados”, ou seja, PMDB e PSD, ambos participantes do governo, há anos. Se aproximaram, se entenderam, firmaram a tríplice aliança, e se elegeram.
Agora, mesmo estando do mesmo lado, as divergências surgem, com justificativas diversas, apenas, para buscar ou barganhar o que é mais comum entre os pares: o poder.
Assim, está o PMDB. Reclama da falta de espaço no Governo, quando ocupa cerca de 70% dos principais cargos.
O eleitor, pouco se importa com essa briga cheia de interesses. Quando chegar a hora do voto, cumprirá a obrigatória façanha escolhendo um ou outro candidato, em todas as esferas. Exceto, os que votarão em branco. Mas, mesmo assim, devem figurar junto às urnas.
Para encerrar minha pequena observação, desta esquisita briga entre “parceiros”, prevejo mais a frente, novo aperto de mãos.
Caso contrário, que se configure o fim da tríplice, que o desembarque aconteça, e que todos arquem com as consequências.



