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A questão do edital da Festa do Pinhão foi novamente abordada. Desta vez na reunião semanal da Associação Empresarial de Lages (ACIL), na última segunda-feira (3).

O assunto mereceu ser debatido de novo, justamente após algumas polêmicas criadas em torno do edital da Festa do Pinhão, durante audiência pública na Câmara de Vereadores.
De acordo com Ronconi, a Prefeitura terá o cuidado de contemplar o máximo possível dos anseios da população, porém esta licitação tem que ser construída com critério técnico, econômico e jurídico.

Apesar de não ter um prazo definido para o lançamento do edital, Ronconi ressaltou que o ideal é que seja homologado até outubro próximo. Ele explicou que no momento este processo de elaboração do edital está parado e deverá ser retomado após a festa.
E acrescentou que estão estudando alguns modelos que outros municípios estão adotando e também irão analisar todos os pontos positivos e os negativos desta edição, vão ouvir sugestões, para construir o edital.
A contrapartida da Prefeitura
Outra questão abordada foi com relação a contrapartida dada pela Prefeitura, que atualmente recebe cerca de R$ 220 mil pelos royalties da festa.
Segundo o superintendente, é de responsabilidade da Prefeitura o aluguel do parque de exposições, a colocação de transformadores para fazer suporte na rede elétrica, o pagamento das taxas de policiamento externo do parque, a construção do pronto atendimento, a realização da Sapecada da Canção Nativa e o Recanto do Pinhão.
(Informações e fotos: Sheila Rosa)



