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Foram cinco meses de intensa mobilização, o Sindicato Rural de Lages feita em equipe, mostrando a força da representatividade política como a da deputada federal Carmen Zanotto (PPS/SC), do prefeito Antonio Ceron e do vice, Juliano Polese, além do presidente da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (FAESC), José Zeferino Pedroso, entre outras mãos de advogados e técnicos ligados ao setor e à causa.

“Entendo que se fez justiça. Os nossos produtores nunca poderiam ter sido tratados como bandidos”, disse Pamplona.
Desta forma, o Sindicato Rural de Lages recebeu na tarde desta segunda-feira (15), um despacho direto do presidente do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Eduardo Fortunato Bin, dizendo que, em nome dos princípios da legalidade, da boa-fé e da segurança jurídica que devem pautar as relações, decidiu pelo arquivamento de todas as notificações, além da anulação das autuações e embargos da “Operação Campereada”, que atingiu os produtores da Coxilha Rica, de Lages e de Capão Alto.
Compreensão
Ainda no entendimento do dirigente do Ibama, houve forte compreensão de que as atividades praticadas pelos produtores rurais serranos, encontravam-se amparadas no disposto do código ambiental catarinense e na sua regulamentação. Porém, o fato de se entender pelo arquivamento das notificações e pela anulação dos autos de infração e dos termos de embargo, não significa de que a atividade em questão ficará imune a todo e qualquer controle ambiental, ou demais exigências previstas em outras legislações.
Tranquilidade
Para o presidente do Sindicato Rural de Lages, Márcio Pamplona, a decisão traz uma tranquilidade e segurança não apenas aos 30 produtores da Coxilha Rica, autuados, mas sim, para toda a classe produtora do Estado. Além disso, serve como espelho para toda a atividade primária realizada em regiões que mantêm as mesmas características de seus campos.



