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Obviamente a razão para o assunto político estar fervilhando, mesmo em dias que precedem o feriado de fim de ano, são as posses que ocorrem no próximo dia 1º de janeiro, dos governos.
Em Santa Catarina, a população que optou radicalmente pela mudança elegendo o ex-bombeiro Carlos Moisés da Silva (PSL), seguindo a onda de Jair Bolsonaro, está à espera de que a opção seja correspondida.
Mas, a movimentação que nos traz à opinião, refere-se ao que o aguarda nessa responsabilidade dada ao Comandante Moisés. Entre elas, a possibilidade de se ter pela frente, a manutenção do acúmulo dos vencimentos de servidores aposentados, independente de ser civil ou militar, em caso de assumirem cargo público.
Projeto nesse sentido, de autoria do deputado Kennedy Nunes (PSD), já foi aprovado. Caso não seja vetado por Eduardo Pinho Moreira, passa a valer.
Sendo assim, irá contra o discurso do PSL, de gerar mais benefícios aos políticos, que por sua vez, já ganham polpudos salários, e mais o soldo de um cargo no governo. Caso acumulem, poderão ter nas contas bancárias vencimentos até maiores do que os de um ministro do Supremo Tribunal Federal.
No governo de Carlos Moisés há militares na ativa e aposentados, e outros ainda poderão vir a ser. Todos estão de olho no que pode acontecer, diante do veto ou não. O fato é que o novo governador está em situação complicada. Resta saber se manterá o discurso de campanha, ou simplesmente ignora. Ele mesmo está nesta situação.



