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O vereador Marcius Machado de Lages poderá fazer uso, quem sabe, da mesma justificativa do vereador de Araranguá, Luiz Djalma Marcelino, que era do PPS e migrou para o PDT. Quando ele decidiu trocar de sigla era grande a conversação em torno do assunto da fusão do PPS com o PMN. O vereador tinha como certa a junção dos partidos e optou em migrar para outro.
Com essa justificativa, o Pleno do Tribunal Regional Eleitoral decidiu por unanimidade, nesta segunda-feira (16), julgar improcedente a Ação de Perda de Cargo Eletivo por Desfiliação Partidária ajuizada pelo Partido Popular Socialista (PPS) contra ele.
Abre-se um precedente a Marcius. De qualquer forma o PPS de Araranguá ainda pode recorrer.
Em Lages, Marcius também está a ponto de perder o cargo por não ter nenhuma justificativa para a troca de partido, no caso, indo para o PR. Mas, convém lembrar, de que cada caso tem suas peculiaridades.



