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Na última sexta-feira 15 de setembro após ter tomado ciência do resultado da Sindicância pela Câmara de Vereadores, o Ministério Público responsável pela Moralidade Administrativa reconheceu que todas as medidas cabíveis foram tomadas no sentido de apurar os fatos divulgados pela imprensa.
O MP também concluiu que não houve orçamento manipulado no pregão presencial e não existiu qualquer indicativo da participação dolosa de servidor público na confecção do orçamento que fez parte da licitação.
Portando, entendeu que as providências tomadas pela Câmara foram suficientes para o esclarecimento dos fatos, e decidiu pela não instauração de inquérito civil.
Creio que a partir do novo posicionamento, o assunto esteja definitivamente encerrado.



