Linha do tempo das obras do Aeroporto Regional

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A Serra Catarinense aguarda com ansiedade o término das obras do Aeroporto Regional, em Correia Pinto. A esperança é de que ele traga um novo perfil de desenvolvimento, com a perspectiva de alternativas de voos comerciais.A obra se arrasta por longos anos. O jornalista Oneres Lopes, da Amures, mostra todo o processo construtivo do Aeroporto, numa espécie de Linha do tempo. Confira abaixo:

Foi em 1999 que a empresária Isabel Baggio e o comandante de aeronave Ricardo Sell Wagner entregaram ao então prefeito de Correia Pinto Demerval Batista solicitação de demanda de um aeroporto na localidade de Águas Sulfurosas.

Em 2002 é lançado o edital para construção da primeira etapa. Em 4 de janeiro são abertas as propostas das empresas concorrentes e na primeira etapa o investimento foi de R$ 15.891.214,44.

 Em 2003 as obras sofrem a primeira paralisação e o serviço de terraplanagem que estavam em 70% é ameaçado de se perder.

 Em 2004 as obras foram lentamente retomadas.

 Em 2006 uma nova paralisação freia o ritmo das obras.

 Só em 2007 é concluída a primeira etapa e dado início a segunda etapa da construção do aeroporto compreendido pelo acesso, terminais de passageiros e cargas, casa de força e dentre outras estruturas, a instalação de rede de água e esgoto.

 Em 2009 uma nova paralisação travou o andamento da obra, que ficou mais de 500 dias sem uma única edificação nova.

 Em 2010 a obra é retomada novamente.

 Em 2011 o governo do Estado libera R$ 600 mil e o governo federal mais R$ 1.6 milhão totalizando R$ 2 milhões para uma nova retomada.

 Em 2012 é empregado um novo ritmo às obras com instalação da rede elétrica, hidráulica e aquisição dos equipamentos de balizamento noturno. O governador Raimundo Colombo assina ordem de serviço para pavimentação do acesso até a BR-116.

Em 2013 inicia a construção do trevo de acesso ao aeroporto e a instalação da esteira de transporte de bagagens e preparação da área de estacionamento aos usuários.

Em 2014 o aeroporto recebe a instalação da rede de alta tensão, sinalização de pista e estrutura da rede de telefonia. A estrutura do prédio começa a deteriorar e precisa de reparos. O investimento total neste ano no aeroporto atinge os R$ 43 milhões.

Em 2016 o aeroporto recebe a sinalização de balizamento noturno da pista, farol de aeródromo, biruta iluminada, casa de força, sistema de radionavegação, estação de rádio, meteorológica e sistema de luzes na cabeceira de pista

Em março deste ano, o gerente de Expansão de Infraestrutura da Infraero, Uelinton Rodrigo Wenceslau e sua equipe fazem uma vistoria no aeroporto e apontam pequenos ajustes necessários para que o aeroporto passe pelo processo de homologação da Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC.

Por fim, a indicação é de que, em quatro meses, será possível superar a burocracia e por definitivamente o aeroporto em operação.

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