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Em que pese a crise nacional, o setor do agronegócio em Lages resistiu mais este ano, pelo menos nos negócios com animais administrados pelo Sindicato Rural de Lages e os municípios de sua abrangência, Painel e Capão Alto.

O último leilão sábado passado (19) comercializou 343 animais, totalizando R$ 532 mil. Porém, o volume do ano, a soma das Feiras do Terneiro (a) e Gado Geral totaliza, somente na área de abrangência do Sindicato Rural, um volume de 6 mil 156 animais, gerando um faturamento de quase R$ 8,5 milhões.
Além disso, some-se mais R$ 2,4 milhões resultante de 371 animais vendidos em leilões de elite. Sendo assim, o faturamento nos leilões salta para R 10,9 milhões aproximadamente, superando os índices de 2015.
Como se vê, conforme disse o dirigente do Sindicato Rural, Márcio Pamplona (foto), mesmo com a pouca procura dos confinadores, em razão dos custos da ração produzida basicamente com milho e soja, os negócios não foram comprometidos.
Os animais à venda foram absorvidos pelos demais segmentos de compradores, o que manteve a liquidez das ofertas, inclusive, com incremento sobre as vendas do ano passado.
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Investimento na estrutura
A partir do entendimento de que, os animais ofertados em todos os eventos realizados no Parque Conta Dinheiro, são de alta qualidade, o Sindicato decidiu premiar o esforço de anos de trabalho e investimento de parte dos criadores, com a cobertura de 100% das mangueiras.

O investimento com recursos próprios de quase R$ 1 milhão irá propiciar total conforto dos animais, e dos compradores que precisam revisar seus lotes, sem o risco de ficarem ao relento.
Além disso, o investimento deverá atrair a realização de novos eventos com animais.
(Fotos: Paulo Chagas)



