Ação que não pode ficar sem registro

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Conforme bem descreveu o colega jornalista, Pablo Gomes, da ADR Lages, geralmente um homem de farda e arma na cintura é visto como um sujeito durão. Da mesma maneira, quase sempre um hospital é visto como um lugar triste.

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Pablo foi feliz em seu texto ao testemunhar o que ocorreu nesta  terça-feira, 13 de setembro, e que todos esses falsos conceitos foram derrubados em Lages.

O dia foi para celebrar o novo Centro de Diagnóstico de Imagem, cuja inauguração ocorrerá na próxima sexta-feira, dia 16, às 10h, com a presença do governador Raimundo Colombo.

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A visita, no Hospital Infantil Seara do Bem, de servidores do Governo do Estado e de policiais militares que se despiram de todo e qualquer tipo de preconceito e foram tomados por um forte sentimento humano.

Em meio a injeções, exames e medicamentos, a música alegre, os balões coloridos e as pinturas faciais deram mais vida ao hospital.

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O trabalho voluntário da PM, realizado também em outras ações de cunho social, como em asilos, foi muito bem recebido especialmente pelo público-alvo principal: os pequenos pacientes e seus familiares.

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“Patrulhamento do bem”

E assim, à medida que os policiais percorreram os corredores e os quartos, a alegria tomou conta do hospital. E isso, segundo os próprios profissionais da instituição, é fundamental para garantir o sucesso de um tratamento. Méritos!

Informações:  Pablo Gomes – Jornalista

Um comentário em “Ação que não pode ficar sem registro

  1. Eu particularmente gostaria que a Polícia tivesse mais lampejos deste tipo, é complicado interpretar essas açoes sob o ponto de vista de algo mais reflexivo, mas pelo senso comum de uma analise mais superficial é um despreendimento bem interessante, saímos um tempo do mundo mais violento que estão acostumados e voltam-se pera um mundo desconhecidos deles e percebe-se uma falta de traquejo no contato com as crianças. Para mim é difícil fazer separações, imagino que ao mesmo tempo que uma criança está aí doente, pode estar um pai preso ou uma mãe, estas interações machucam e maltratam o filósofo ou o sociólogo, as vezes uma pessoa mais comum não sofre. Mas nos foi dado esse caráter ou esse estigma, tal qual o herói Sícifo da Grécia antiga, de carregar pedras sempre.

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