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A Associação Empresarial de Lages (ACIL), bem mais do que ouvir empresários ou políticos, cumpre com um dever social. Estou gostando de ver a atuação da entidade em apoio e busca de projetos que contemplem não só Lages, mas toda a Região.
O acompanhamento às concessões à BR 282, e também as melhorias na BR 116, têm sido parte das preocupações da entidade.

Nesta semana, ao atender convite da entidade, o diretor-superintendente da concessionária Auto Pista Planalto Sul – Arteris, Antonio Cesar Sass, explicou detalhes sobre o processo de duplicação da BR-116 e previsão de tarifas a serem cobradas.
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Projeto Executivo
A empresa recebeu, neste mês de julho, autorização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para iniciar o projeto executivo, o qual deve levar de 12 até 14 meses para ser concluído.
É um longo caminho a ser percorrido. Pois, após isso, ainda são necessárias as licenças ambientais que levam em torno de um ano para ficarem prontas e, somente depois, é que é possível iniciar as duplicações nos trechos prioritários – os perímetros urbanos das cidades por onde passa a BR-116 entre Mandirituba (PR) e Lages (SC).
O tempo estimado de obra é de sete anos para concluir os 97 Km, o investimento gira em torno de R$ 2,1 bilhões e a previsão da tarifa ao final das obras é de R$ 8,90 para todo o trajeto.
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Participação do Governo
Caso se aumente o contrato de concessão por mais cinco anos ou houvesse um aporte financeiro por parte do governo federal o valor da tarifa diminuiria.
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Mobilização
Os empresários da ACIL e até mesmo os representantes da Auto Pista concordam que se a comunidade regional se mobilizar em torno do objetivo, o sucesso pode ser alcançado ainda mais rápido.
(Informações e foto: Débora Puel)



