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O governador Raimundo Colombo concedeu entrevista aos jornalistas Fernando Mitre, Fábio Panuzio e Rafael Colombo para o programa Canal Livre, da TV Bandeirantes, nesta sexta-feira em São Paulo. A entrevista foi ao ar na noite deste domingo (9).
Com informações de Cláudio Thomas, abaixo, um resumo dos assuntos abordados pelo Governador durante a entevista.
Fernando Mitrê e Fábio Panunzzio conduziram a entrevista
Bem na foto, Colombo falou sobre o crescimento da economia em SC, os desafios de sua gestão e analisou o momento político brasileiro.
Sobre a crise, Raimundo salientou que a crise política contaminou a economia e o Brasil como um todo. “Há uma crise profunda do sistema e vamos ter que muita maturidade e bom senso para construir um cenário melhor. Não dá pra deixar como está”, disse.
Sobre o governo catarinense
Abordou a simplificação do governo visando garantir a produtividade e a geração de empregos a fim de revitalizar setores como o da maçã, o madeireiro e o têxtil que já começam a dar sinais de recuperação.
Também faliu em reduzir impostos sempre com equilíbrio fiscal, pois, as contas estão equilibradas, e usa como estratégia acelerar os investimentos para que esse dinheiro movimente a economia.
Investimentos
“SC é destaque em vários indicadores sociais e econômicos. Setor madeireiro se revigorou. O setor têxtil dá sinais de retomada. A safra foi boa e também temos além do setor de pescados o segmento do turismo. Nossa agroindústria é muito forte e alta do dólar favorece a exportação. O setor metal mecânico está se ressentindo por outro o setor público lado temos recursos para investir, nossas contas são equilibradas e a nossa estratégia é acelerar para que esse dinheiro ajude a movimentar a economia.”
Sistema público
“O estado tem que ser o agente motivador para combater o pessimismo e propor ações e estratégias para ter resultados. Com o voto você muda pessoas e isso é um processo simples. Para mudar o sistema é preciso conscientização”.
Ele reconhece que o sistema público está podre, não tem chance de dar certo em nenhum lugar do Brasil. Se mantivermos esse modelo que está aí, com, por exemplo, déficit da previdência, inchaço dos órgãos de fiscalização e controle.
O estado brasileiro foi feito para não funcionar e as pessoas percebem isso. Se não mudar o sistema a crise será cada vez maior.
Troca o partido A pelo B, troca as pessoas e não acontece nada, piora mais. Então me parece lógico que tem alguma errada no sistema! Com o voto você muda pessoas e isso é um processo simples, ma, para mudar o sistema é preciso conscientização. Por isso que a crise nos permite olhar além do que estamos vivendo agora com fator novo e relevante – os movimentos das ruas. Hoje a classe política está acovardada, foge do debate, tem vergonha de defender seus pontos de vista.
Reforma eleitoral
Todos os brasileiros de bem sabem que tem que mudar o sistema e acabar com esse número de 30 partidos. Disse que é a favor do voto distrital. O político precisa estar próximo de sua comunidade.
“Nossos políticos vão entender que é a hora da virada, que não é mais possível fazer o combate do déficit da previdência, derrubando o fator previdenciário; programar o reajuste do salário acima da inflação e aumentar o salário do judiciário quando teve ajuste fiscal. A reforma eleitoral virou essa palhaçada que está aí.”
Projeção nacional
Em minha opinião, o governador Raimundo Colombo tem estado cada vez mais concedendo entrevistas à imprensa nacional. Ele e o Estado estão se destacando como um bom exemplo na condução da economia, garantindo um crescimento de 1,5% do PIB, neste ano de 2015, apesar da crise nacional.





